Pesquisa indica Lula com 64% contra 28% de Flávio Bolsonaro no 2º turno na Bahia

Posted by

–


Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro durante participação em estúdio de TV (Foto: Instagram)

Uma pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira (28.set.2026) revela que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem ampla vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) entre os eleitores baianos em um eventual segundo turno. O levantamento, realizado entre os dias 23 e 26 de setembro, mostra a consolidação da preferência de quem votaria hoje, considerando apenas os dois candidatos mais bem colocados.

++ Sistema de IA revela como pessoas comuns estão criando novas fontes de renda online

No cenário de primeiro turno, Lula alcança 61% das intenções de voto na Bahia, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 24%. Outros 10% dos entrevistados disseram optar por nulo ou branco e 5% ainda não definiram seu voto para a disputa inicial.

++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein

Quando simulada a segunda etapa da eleição, Lula sobe para 64% das intenções e Flávio registra 28%. Nesse cenário, 5% dos eleitores disseram que votariam nulo ou em branco, e 3% não souberam responder. Esses números comprovam a liderança consolidada do atual presidente no estado.

O levantamento ouviu 1.600 eleitores da Bahia entre 23 e 26 de setembro, com margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-02319/2026 e custou R$ 20.000,00, valor financiado integralmente com recursos próprios.

Na avaliação de rejeição, Flávio Bolsonaro lidera com 58% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Lula apresenta taxa de rejeição de 31%. A pergunta feita foi: “Se a eleição para presidente do Brasil fosse hoje, em que o(a) senhor(a) não votaria se os nomes fossem estes?”.

Quanto à aprovação do governo na Bahia, 65% dos eleitores consideram o trabalho de Lula bom ou ótimo, 30% o classificam como regular e 28% o julgam ruim ou péssimo. Já 34% desaprovam a gestão, e 1% não soube ou não quis responder.