
Mila Seidl apoia Lito Sousa ao anunciar liberação do tratamento experimental (Foto: Instagram)
Mila Seidl, esposa do influenciador Lito Sousa, afirmou que a liberação do medicamento experimental para tratar a doença de Creutzfeldt-Jakob do marido não se deu por favor ou influência externa. Ela destaca que a família seguiu todas as etapas previstas para pacientes em estado crítico sem opções terapêuticas convencionais, buscando diretamente alternativas junto a médicos, hospital e indústrias farmacêuticas.
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Conforme explicado por Mila, a primeira tentativa foi incluir Lito em um protocolo de pesquisa. Apesar de atender aos requisitos, o cadastro não avançou porque as vagas já haviam sido preenchidas. Diante dessa recusa, não atribuída a nenhum critério de elegibilidade, o casal procurou outra farmacêutica interessada em avaliar o caso em reunião com seus representantes.
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Após a apresentação do histórico de Lito, a segunda empresa autorizou o uso compassivo do medicamento, modalidade que permite a pacientes sem alternativas o acesso excepcional a tratamentos ainda em fase de pesquisa. Esse tipo de liberação exige análise rigorosa e é concedido apenas quando não há outras opções terapêuticas disponíveis.
Mila Seidl também rebateu rumores sobre suposta intervenção de autoridades, empresários ou da própria Anvisa para garantir o fármaco ao influenciador. “Dizem que foi ministro, que empresário milionário bancou tudo, que a Anvisa inventou algo. Quem conseguiu a medicação fomos eu e o Lito”, declarou, reforçando que a iniciativa partiu exclusivamente da família em parceria com os profissionais de saúde.
O processo de obtenção do remédio ocorreu em duas frentes: no Brasil e nos Estados Unidos. Envolveram-se a farmacêutica responsável pelo composto, a equipe hospitalar, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Ministério da Saúde e a Food and Drug Administration (FDA). Segundo Mila, foi necessário articular todos esses órgãos para cumprir as exigências de liberação e importação do tratamento.








