
Coluna de fumaça sobe após ataque aéreo israelense que matou sete no sul do Líbano (Foto: Instagram)
Uma ofensiva aérea conduzida pelas Forças de Defesa de Israel atingiu uma residência no sul do Líbano e resultou na morte de sete pessoas, no início deste sábado (15). Esse ataque representa um novo episódio de violência na fronteira, elevando as tensões entre Israel e o Hezbollah e ameaçando a estabilidade de um cessar-fogo ainda frágil na região.
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Ocorrida nas primeiras horas de sábado, essa ação foi considerada uma das mais letais desde que a trégua precária entre Israel e o Hezbollah entrou em vigor em 20 de junho. Embora o acordo tenha sido estabelecido para frear as hostilidades, episódios de bombardeios e retaliações pontuais voltaram a ocorrer, colocando em xeque a eficácia do cessar-fogo e gerando preocupação em organismos internacionais sobre uma escalada ainda maior.
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A agência de notícias oficial do governo libanês informou que o alvo do ataque foi uma casa localizada na periferia da vila de Ansar, região habitada por civis e situada próxima à fronteira com Israel. Equipes de resgate e paramédicos chegaram ao local logo após o impacto das bombas e continuam a vasculhar os escombros na busca por eventuais sobreviventes ou vítimas ainda não identificadas.
O Ministério da Saúde do Líbano divulgou, posteriormente, que entre as sete pessoas mortas estavam três crianças e duas mulheres. De acordo com o órgão, outras duas pessoas ficaram feridas, embora veículos estatais de imprensa tenham reportado, inicialmente, a ocorrência de três feridos. As vítimas foram levadas a estabelecimentos de saúde nas redondezas, onde receberam atendimento e o estado delas ainda é monitorado pelas autoridades médicas locais.
Esse incidente reitera a volatilidade do conflito entre Israel e o Hezbollah, que, apesar da tentativa de trégua, registra frequentes confrontos ao longo da fronteira. A comunidade internacional, incluindo organizações de direitos humanos e agências da ONU, acompanha com atenção os desdobramentos e teme que novas vítimas sejam registradas nas próximas semanas.








