Homem mata a mãe e revela detalhe perturbador à polícia

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Viaturas da Polícia Civil em operação para prender suspeito de feminicídio em Guapimirim (Foto: Instagram)

Um homem foi preso pela Polícia Civil na sexta-feira (24) em Guapimirim, na Baixada Fluminense, sob suspeita de ter cometido o feminicídio de sua própria mãe. De acordo com a corporação, o crime teria ocorrido dias antes, quando a mulher tentou impedir que o filho espancasse um sobrinho. O investigado foi encontrado dentro de um ônibus no bairro Caneca Fina, onde cumpriu-se o mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça. Ele foi conduzido à 67ª Delegacia de Polícia de Guapimirim para prestar esclarecimentos.

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Durante o depoimento inicial, o suspeito revelou detalhes perturbadores sobre a dinâmica do crime, embora os policiais não tenham divulgado o conteúdo exato da confissão. Conforme o relatório da Polícia Civil, a mãe teria sido agredida violentamente ao interceder na confusão familiar, recebendo diversos golpes pelo filho. Após o ataque, ela foi socorrida e encaminhada a um hospital da região, mas faleceu poucos dias depois em decorrência das lesões.

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As apurações conduzidas pela 67ª Delegacia de Polícia de Guapimirim apontam que o suspeito, identificado como Cristiano Luís Vieira, possuía registros prévios de violência doméstica contra a própria mãe. Esse histórico reforçou a principal linha de investigação adotada pelos agentes, que passaram a monitorar seus movimentos até obter provas suficientes para requerer a prisão preventiva.

O mandado de prisão preventiva contra Cristiano foi expedido pela Vara Criminal da comarca de Guapimirim após análise de depoimentos e exame das lesões sofridas pela vítima. Com base nessas informações, a polícia deflagrou uma operação de inteligência para localizar o suspeito, culminando em sua captura em trânsito público, sem troca de tiros ou choques.

Segundo a Polícia Civil, o investigado não ofereceu resistência durante a abordagem e colaborou com os policiais ao se identificar. Em seguida, foi encaminhado à delegacia local, onde permanece custodiado. As autoridades informaram que todos os procedimentos legais foram observados, garantindo ao suspeito o direito ao contraditório e à ampla defesa.

Em depoimento, oficiais da 67ª Delegacia afirmaram que continuarão ouvindo testemunhas e reunindo provas para esclarecer todos os detalhes do crime. A investigação segue em curso, com a análise de laudos periciais e possíveis imagens de câmeras de segurança que possam ter registrado o momento das agressões.

Familiares da vítima já foram ouvidos pela polícia e aguardam andamento do processo, enquanto líderes comunitários de Guapimirim manifestaram preocupação com episódios de violência doméstica na região. O caso segue sob sigilo, mas deve trazer novos desdobramentos nos próximos dias, conforme as linhas de investigação avançam.