Diretora de funerária mantinha corpo de bebê em sua sala “assistindo desenhos em uma cadeirinha”

Posted by

Um episódio ocorrido em Leeds, na Inglaterra, levantou discussões delicadas sobre os limites do trabalho funerário. A protagonista do caso é Amie Upton, de 38 anos, responsável por uma empresa do setor, que passou a ser questionada após relatos de famílias que viveram situações inesperadas durante o luto.

++Mulher que comia apenas frutas e recusava alimentos cozidos, morreu de desnutrição com 22 kg

Uma dessas histórias é a de Zoe Ward, que perdeu o filho, Bleu, ainda bebê, em 2021. Ao buscar os serviços da funerária, ela imaginava que o corpo estaria em um local apropriado. No entanto, ao tentar se despedir da criança, foi levada até a residência da profissional.

Ao chegar no local, Zoe se surpreendeu com o que encontrou, ela viu seu filho falecido sentado em uma cadeirinha enquanto a televisão estava ligada passando desenhos animados. O caso perturbador não foi algo isolado envolvendo Amie Upton, outro casal também relatou surpresa ao descobrir que o corpo da filha não estava no local previamente combinado, mas sim na casa da mesma profissional.

++Influencer de 25 anos diz que começou a namorar homem rico de 76 anos por conta de sua personalidade

As denúncias motivaram medidas por parte da instituição hospitalar local, que restringiu o acesso da diretora funerária, além de uma investigação policial.  O caso expôs fragilidades na regulamentação do setor e de como é necessário criar protocolos para proteger as pessoas.