Um episódio ocorrido em Leeds, na Inglaterra, levantou discussões delicadas sobre os limites do trabalho funerário. A protagonista do caso é Amie Upton, de 38 anos, responsável por uma empresa do setor, que passou a ser questionada após relatos de famílias que viveram situações inesperadas durante o luto.
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Uma dessas histórias é a de Zoe Ward, que perdeu o filho, Bleu, ainda bebê, em 2021. Ao buscar os serviços da funerária, ela imaginava que o corpo estaria em um local apropriado. No entanto, ao tentar se despedir da criança, foi levada até a residência da profissional.
Ao chegar no local, Zoe se surpreendeu com o que encontrou, ela viu seu filho falecido sentado em uma cadeirinha enquanto a televisão estava ligada passando desenhos animados. O caso perturbador não foi algo isolado envolvendo Amie Upton, outro casal também relatou surpresa ao descobrir que o corpo da filha não estava no local previamente combinado, mas sim na casa da mesma profissional.
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As denúncias motivaram medidas por parte da instituição hospitalar local, que restringiu o acesso da diretora funerária, além de uma investigação policial. O caso expôs fragilidades na regulamentação do setor e de como é necessário criar protocolos para proteger as pessoas.

