O filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, voltou ao centro das discussões após denúncias envolvendo recursos ligados ao empresário Daniel Vorcaro. Segundo informações divulgadas pelo The Intercept Brasil na última quarta-feira (13), o ex-CEO do Banco Master teria se comprometido a repassar US$ 24 milhões, cerca de R$ 134 milhões na cotação da época, para financiar a produção.
O valor citado nas investigações colocou o projeto entre os maiores orçamentos já associados a produções ligadas ao cinema brasileiro. Apesar de Dark Horse ser uma produção norte-americana, o montante supera com ampla diferença os custos de filmes brasileiros recentes que ganharam destaque internacional.
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Levantamento divulgado pelo Metrópoles aponta que O Agente Secreto, indicado ao Oscar de 2026, teve orçamento estimado em R$ 28 milhões. Já Ainda Estou Aqui, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional em 2025, custou cerca de R$ 45 milhões.
Outro exemplo citado é Corrida dos Bichos, animação prevista para estrear em 2026. O longa teve orçamento estimado em US$ 5 milhões, aproximadamente R$ 25 milhões, e vinha sendo tratado como uma das produções mais caras da retomada do cinema nacional iniciada na segunda metade da década de 1990.
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O caso envolvendo Dark Horse ganhou repercussão após o The Intercept Brasil divulgar mensagens e documentos relacionados a negociações entre Daniel Vorcaro e aliados políticos ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo a publicação, Vorcaro teria negociado o financiamento da produção em meio às investigações envolvendo o Banco Master.















