Esfaqueada e com a garganta cortada, mulher é deixada para morrer, mas desfecho surpreende

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Alison Botha foi vítima de um ataque violento em 18 de dezembro de 1994, na África do Sul, quando foi sequestrada e agredida por dois homens em uma área próxima à universidade Nelson Mandela, sendo deixada gravemente ferida no local. Mesmo após ser esfaqueada 36 vezes, ter dezenas de perfurações pelo corpo e a garganta cortada, ela conseguiu conter os ferimentos com as próprias mãos, empurrar os órgãos de volta e se arrastou até a estrada, onde foi encontrada e socorrida por um motorista.

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Depois de sobreviver, Alison passou a compartilhar sua história publicamente, participando de palestras e registrando sua experiência em livro, além de inspirar a produção de um filme sobre sua trajetória. Ao comentar sobre a decisão de expor sua história, afirmou: “Eu sempre esperei que ao compartilhar minha própria jornada com outras pessoas, isso lhes desse esperança e coragem para as suas próprias”.

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Ela também destacou o impacto de ver sua história retratada no cinema. “Ter minha história e minha superação compartilhadas na tela significa que muitas mais pessoas verão o poder de escolha que cada um de nós tem; e também poderão escolher superar as dificuldades da vida”, disse.

O caso teve grande repercussão e levou Alison a receber prêmios na África do Sul por sua história de sobrevivência e superação.