Irmão de Suzane não participará do documentário sobre a morte dos pais

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Irmão de Suzane von Richthofen opta por não participar de documentário da Netflix (Foto: Instagram)

Andreas von Richthofen decidiu manter distância e não participará do documentário que a Netflix prepara sobre o crime que vitimou os pais dele e de Suzane von Richthofen. A produção pretende trazer a versão atual da condenada e revisitar um dos casos mais impactantes do Brasil, mas não contará com o depoimento do irmão.

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Convidado a contribuir com seu ponto de vista, Andreas optou por não integrar a equipe de filmagens. A proposta incluía sua resposta às falas de Suzane ao longo das entrevistas, nas quais ela chegou a manifestar o desejo de, futuramente, ser perdoada pelo irmão.

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Hoje com 38 anos, Andreas adota rotina reservada no interior de São Paulo. Em uma rara aparição no programa “Tá na Hora”, do SBT, em 2024, ele revelou ter tentado restabelecer contato com Suzane e admitiu que ainda existem questões não resolvidas entre eles.

Na época do crime, em 2002, Andreas tinha apenas 15 anos. Após o assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen, ele foi criado por um tio até completar a maioridade. O atentado, planejado por Suzane com a participação de Cristian e Daniel Cravinhos, chocou o país e permaneceu como um dos casos criminais mais emblemáticos da Justiça brasileira.

Batizado de “Suzane Vai Falar”, o documentário ainda não tem data de lançamento confirmada. A Netflix iniciou a produção após o sucesso de séries focadas em crimes reais, como Tremembé, do Prime Vídeo, e cenas dos bastidores já circularam, alimentando a curiosidade do público.

Conforme apuração de Gabriel Vaquer, da Folha de S. Paulo, o serviço de streaming investiu cerca de R$ 500 mil para garantir o depoimento de Suzane, em um acordo com cláusulas de sigilo que impedem a divulgação de detalhes sobre valores e condições da negociação.

Além do relato da condenada, a produção deve contar com depoimentos de seu marido, Felipe Zecchini Muniz, e do filho de dois anos. O casal vive de forma reservada no interior paulista, longe dos holofotes desde o início do processo criminal.