
Kelly Key ao lado do marido, Mico Freitas, que sofreu AVC isquêmico (Foto: Instagram)
Na terça-feira (7), Mico Freitas apresentou dificuldade na fala e perda de coordenação motora em um dos lados do corpo, o que resultou em atendimento médico imediato. A cantora Kelly Key compartilhou o susto diante dos sintomas súbitos do marido e destacou a agilidade do socorro. Exames de imagem apontaram que o empresário sofreu um AVC isquêmico em decorrência de um coágulo no cérebro. Ele foi transferido para um hospital especializado em Lisboa, onde permanece consciente e em recuperação.
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Segundo boletim divulgado pela equipe médica, não houve necessidade de intervenção cirúrgica até o momento. O tratamento segue de forma conservadora, com uso de medicamentos e observação constante, além de exames adicionais para investigar a origem do coágulo, sobretudo por se tratar de um paciente jovem. A transferência para um centro de referência em neurologia garantiu acesso a especialistas e suporte intensivo enquanto ele segue internado de forma estável.
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O Acidente Vascular Cerebral (AVC) ocorre quando há interrupção ou rompimento do fluxo sanguíneo no cérebro, comprometendo regiões neurológicas e podendo causar danos permanentes. Essa condição está entre as principais causas de morte e incapacitação, sendo fundamental o reconhecimento rápido dos sinais para melhorar o prognóstico. Quanto mais cedo for identificado e iniciado o tratamento, maiores as chances de recuperação e redução de sequelas.
O AVC hemorrágico representa cerca de 15% dos casos e acontece quando um vaso cerebral se rompe, resultando em sangramento no interior do tecido ou entre o cérebro e suas membranas. Embora seja menos frequente, costuma apresentar maior gravidade e maior risco de óbito em comparação ao AVC isquêmico, exigindo intervenções emergenciais para controlar a hemorragia e reduzir danos.
Já o AVC isquêmico, responsável por aproximadamente 85% dos casos, ocorre quando uma artéria cerebral é obstruída por um coágulo (trombose) ou por êmbolo que se desloca pela corrente sanguínea. A falta de fluxo impede a chegada de oxigênio às células cerebrais, levando à morte do tecido afetado. O tratamento pode incluir medicamentos anticoagulantes e procedimentos de desobstrução, dependendo do tempo decorrido desde o início dos sintomas.
Dentre os principais sinais de AVC estão: confusão mental, alterações na fala ou compreensão, dificuldade de visão em um ou ambos os olhos, dor de cabeça súbita e intensa, perda de equilíbrio ou coordenação, tontura e fraqueza ou formigamento em um lado do corpo (rosto, braço ou perna). A confirmação do diagnóstico depende de exames de imagem, como a tomografia computadorizada, essenciais para diferenciar o tipo de AVC. O socorro imediato, com verificação de sinais vitais e administração de oxigênio e acesso venoso, é decisivo para reduzir complicações.







