
Marina Silva participa de Plenária de Mobilização no Espaço Cultural Elza Soares, em São Paulo. (Foto: Instagram)
A candidata ao Senado Marina Silva (Rede) afirmou, nesta terça-feira (22.set.2026), que o pronunciamento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas se configura como um documento histórico. A declaração foi dada durante a Plenária de Mobilização realizada no Espaço Cultural Elza Soares, na zona oeste de São Paulo, diante de lideranças políticas e representantes de movimentos sociais que acompanharam atentamente cada palavra do presidente.
++ Sistema de IA revela como pessoas comuns estão criando novas fontes de renda online
Para Marina, todos devem sentir-se felizes e orgulhosos ao registrar oficialmente aquela fala como um marco no contexto internacional. Segundo ela, é preciso guardar o conteúdo do discurso como documento de valor simbólico e político, pois ele revela a transformação de um cenário multipolar para um claro ambiente bipolar nas relações mundiais.
++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein
A candidata ressaltou ainda a coragem moral e a valentia política demonstradas por Lula ao defender a soberania do Brasil em fórum global. No entendimento de Marina, articular uma fala contundente diante de potências bélicas exige disposição para enfrentar adversários com recursos e poder militar muito superiores, reforçando assim a autonomia nacional.
Marina lembrou que o presidente sintetizou de modo claro a postura do Brasil ao afirmar que “o país não cabe no quintal de ninguém”. Ela destacou que nenhuma nação, por menor que seja seu território ou sua população, deve submeter-se à influência de potências alheias, pois o respeito à autodeterminação dos povos e à soberania é princípio fundamental do direito internacional.
A Plenária de Mobilização contou com a presença do presidente do PT, Edinho Silva; do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB); do candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT); e do postulante ao cargo de vice-governador, Márcio França (PSB). Dirigentes de partidos aliados e representantes de movimentos sociais também participaram, reforçando o engajamento em torno da candidatura de Marina ao Senado.








