
Jovem de 23 anos é executado a tiros em barbearia na Região Metropolitana de Curitiba (Foto: Instagram)
Na noite da última sexta-feira (18), Miguel Portes, de 23 anos, foi executado por disparos de arma de fogo dentro de uma barbearia na Vila José Camargo, em Itaperuçu, na Região Metropolitana de Curitiba. O corpo da vítima foi encontrado somente na manhã do sábado seguinte (19), depois que o atirador deixou o local sem deixar pistas, segundo levantamento inicial da polícia.
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O crime ocorreu próximo ao Colégio Estadual José Pioli, onde o agressor teria invadido o estabelecimento e disparado diversas vezes contra Miguel, que não resistiu aos ferimentos. A Polícia Civil informou que já iniciou a coleta de informações e testemunhos para tentar esclarecer o que motivou o assassinato.
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A confirmação da violência gerou um clima de profunda comoção e revolta entre os habitantes da Vila José Camargo e dos bairros vizinhos. Nas redes sociais, amigos e vizinhos prestaram homenagens a Miguel Portes, destacando seu perfil tranquilo, a dedicação ao trabalho e a relação afetuosa com a comunidade local. A ausência de uma motivação aparente para o crime aumentou a perplexidade dos moradores, que clamam por esclarecimentos e pela prisão do responsável.
Uma força-tarefa composta pelas polícias Militar e Civil, pela Perícia Criminal e pelo Instituto Médico-Legal (IML) foi acionada para realizar a perícia no local e conduzir as diligências iniciais. Equipes especializadas já colheram depoimentos de testemunhas e isolaram a cena do crime para análises aprofundadas.
Agentes da Polícia Civil requisitaram imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos e residências vizinhas, buscando identificar o autor dos disparos e reconstituir o trajeto de fuga utilizado após o atentado. O material será fundamental para montar um panorama completo dos últimos momentos de Miguel e das circunstâncias do assassinato.
As investigações prosseguem sob sigilo, sem que nenhuma linha de apuração tenha sido oficialmente confirmada como hipótese sobre a motivação do homicídio. A Polícia Civil permanece mobilizada na busca por provas e depoimentos que possam levar ao responsável e oferecer respostas à comunidade.








