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Alexandre de Moraes (Foto: Reprodução) -
Ministro Alexandre de Moraes desembarca com a esposa em jatinho no Santos Dumont (Foto: Instagram) -
Curiosamente, apesar de o jantar privado não ter acontecido, Patrícia Abravanel e Alexandre de Moraes apareceram juntos publicamente meses depois (Foto: Reprodução) -
Mesmo com o cancelamento, os relatórios apontam que Faria continuou fazendo a interlocução para aproximar Vorcaro e Alexandre de Moraes (Foto: Reprodução) -
Segundo o relato divulgado pelo portal, os delegados teriam demonstrado preocupação com possíveis retaliações caso fossem produzidos documentos relacionados a Moraes (Foto: Reprodução) -
Entre os nomes citados nas mensagens relacionadas ao encontro estão o ministro do STF Alexandre de Moraes, os senadores Davi Alcolumbre e Rodrigo Pacheco, o ministro Dias Toffoli e o ex-presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira (Foto: Reprodução) -
Agora, vamos falar de Alexandre de Moraes e de uma decisão que provocou discussões sobre os limites do sigilo da fonte jornalística. O caso envolveu medidas de investigação relacionadas a uma fonte de um jornalista que havia publicado reportagens envolvendo Flávio Dino. A controvérsia passou a envolver justamente o equilíbrio entre a proteção constitucional da fonte e a possibilidade de investigação de eventuais ilícitos (Foto: Reprodução) -
A permanência de Alexandre de Moraes como relator de um inquérito envolvendo mensagens que citam seu próprio gabinete voltou a gerar debate. Entenda o caso (Foto: Reprodução) -
Para fechar a sequência, vamos falar do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e de sua manifestação no caso envolvendo mensagens entre Alexandre de Moraes e o empresário Daniel Vorcaro. Gonet pediu a nulidade do relatório da Polícia Federal que reuniu as conversas, argumentando que André Mendonça teria ultrapassado os limites de sua competência ao determinar o aprofundamento da investigação sem uma solicitação prévia da PGR ou da própria PF (Foto: Reprodução) -
Alexandre de Moraes rejeita pedido de visita a Bolsonaro no Dia dos Pais (Foto: Instagram) -
Novos desdobramentos envolvendo os bastidores do STF chegam a um novo patamar. O portal “Investi” compartilhou uma notícia relatando que delegados da Polícia Federal teriam procurado o ministro André Mendonça, do STF, para relatar supostas pressões que estariam sofrendo durante uma investigação que envolvia o nome de outro ministro do STF, Alexandre de Moraes (Foto: Reprodução) -
Ministro Alexandre de Moraes durante sessão no STF (Foto: Instagram) -
O clima de tensão na Suprema Corte brasileira atinge um novo patamar. Um movimento de pressão pública contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF, ganha força e reúne ex-ministros da Corte, juristas renomados e representantes influentes da sociedade civil em defesa de sua renúncia (Foto: Reprodução) -
Ministro Alexandre de Moraes durante sessão no STF (Foto: Instagram) -
Esse próximo encontro tem como objetivo analisar o relatório da Polícia Federal que expôs a suposta relação do ministro Alexandre de Moraes com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro (Foto: Reprodução) -
Delegados da PF relatam supostas pressões em investigação que teria envolvido Alexandre de Moraes. Entenda (Foto: Reprodução) -
STF avalia realizar sessão fechada para analisar relatório da PF sobre Moraes e Vorcaro. Saiba mais (Foto: Reprodução) -
Pressão pela saída de Alexandre de Moraes aumenta e reacende o debate sobre os limites de atuação do STF e o equilíbrio entre os Poderes. Saiba mais (Foto: Reprodução) -
Marco Aurélio se arrepende de indicar Alexandre de Moraes ao STF (Foto: Instagram) -
Do outro lado, juristas e defensores das decisões de Moraes apresentam uma interpretação completamente diferente (Foto: Reprodução) -
A pressão, portanto, deixa de ser apenas uma manifestação isolada de setores da sociedade e passa a representar um dos mais contundentes movimentos recentes de contestação à atuação de um ministro da Suprema Corte (Foto: Reprodução) -
Ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça durante sessão no STF (Foto: Instagram) -
André Mendonça coloca novas informações sobre Alexandre de Moraes sob análise após mensagens atribuídas a Daniel Vorcaro virem a público. Entenda (Foto: Reprodução) -
Entre as informações que vieram à tona, uma mensagem atribuída a Daniel Vorcaro passou a chamar especialmente a atenção. Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles, a Polícia Federal concluiu, ainda em caráter preliminar, que o destinatário da mensagem seria Alexandre de Moraes (Foto: Reprodução)
Um registro em vídeo mostra o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, e sua esposa, Viviane Barci, desembarcando de um jatinho Legacy 650, prefixo PP-NLR, no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. As imagens são datadas de 22 de agosto de 2025 e foram divulgadas pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.
A aeronave em questão pertence à Fraction 024, empresa que contava com participação do fundo Viking Participações, de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. A operação ficava a cargo da Prime Aviation (também chamada de Prime You), onde Vorcaro detinha uma fatia minoritária por meio do fundo Patrimonial Blue.
++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein
Relatórios da Polícia Federal apontam que as ações da Viking na Fraction 024 e na Fraction 053 faziam parte de um contrato de R$ 50 milhões negociado por Vorcaro com o escritório de Viviane Barci. Desse total, R$ 40 milhões seriam quitados com essas participações societárias, enquanto os R$ 10 milhões restantes seriam repassados como ressarcimento de despesas operacionais e de uso da aeronave. O acordo é o segundo firmado entre as partes: o primeiro, no valor de R$ 131 milhões, foi assinado pelo Banco Master no início de 2024, com parcelas mensais de R$ 3,4 milhões.
Segundo a investigação, Vorcaro mantinha contato frequente com Marcos Matta, proprietário da Prime Aviation, e demonstrava preocupação sobre o uso do jatinho por parte de Moraes. Em 16 de julho de 2025, o banqueiro chegou a questionar Matta: “Eles não estão usando?”, referindo-se ao ministro e à sua esposa. Em troca de mensagens, Vorcaro orientou que as brochuras do Legacy 650 fossem enviadas a Viviane Barci e, mais tarde, foi informado que o contrato migraria “de Barci para a outra empresa deles, Lux”, com relatos de que “já usaram aviões e helicópteros”.
Em 31 de março, reportagem da Folha de S. Paulo afirmou que Moraes e Viviane teriam realizado oito viagens em jatos vinculados a empresas de Vorcaro entre maio e outubro de 2025. Na ocasião, o gabinete do ministro negou veementemente qualquer vínculo com as aeronaves do banqueiro ou de Fábiano Zettel, afirmando que “as ilações são absolutamente falsas”. O escritório de Viviane Barci declarou que contrata diversos serviços de táxi aéreo, inclusive da Prime Aviation, mas assegurou que Vorcaro e Zettel nunca estiveram presentes nos voos de seus colaboradores.
Em setembro, o ministro André Mendonça autorizou a quebra de sigilo de parte do processo, liberando o contrato de R$ 50 milhões celebrado em 12 de maio de 2025 entre o escritório de Viviane e a Viking Participações. O documento, porém, não faz menção explícita a aeronaves. Procurado pelo O Globo, Moraes reafirmou sua negação sobre qualquer voo em jatos vinculados a Vorcaro.