Após as polêmicas desta semana, os ministros do STF já discutem a possibilidade de que a sessão do dia 15 de setembro não seja realizada de forma pública. Esse próximo encontro tem como objetivo analisar o relatório da Polícia Federal que expôs a suposta relação do ministro Alexandre de Moraes com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A possibilidade de uma sessão fechada teria como objetivo evitar um novo desgaste para a imagem da Corte diante da repercussão do caso.
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A sessão foi convocada pelo presidente do Supremo, Edson Fachin, e deverá reunir os integrantes do tribunal para discutir o documento produzido a partir de uma investigação conduzida a pedido do ministro André Mendonça. O relatório reúne informações levantadas pela Polícia Federal durante as apurações e poderá ser analisado pelos ministros durante o encontro. Entre os pontos que podem entrar em discussão estão mensagens e outras informações levantadas pela PF envolvendo Moraes e Vorcaro.
O conteúdo do relatório aumentou a expectativa em torno da sessão e também provocou debates nos bastidores sobre a maneira como os ministros deverão conduzir a análise do material. Caso a sessão seja realizada de forma fechada, os debates não seriam transmitidos publicamente. A medida também reduziria a exposição dos ministros durante a discussão do relatório, justamente em um momento de grande repercussão política e jurídica envolvendo o caso.
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A possibilidade de restringir o acesso à sessão ocorre, portanto, em meio à preocupação com os impactos que a análise do documento pode provocar para a imagem do Supremo. A decisão sobre o formato do encontro deverá definir se o público poderá acompanhar os debates entre os ministros ou se a discussão ocorrerá de maneira reservada. Enquanto isso, a expectativa permanece em torno do dia 15 de setembro, quando o relatório deverá ser colocado em análise pela Corte.
















