Gugu Liberato foi um dos maiores apresentadores da televisão brasileira e marcou gerações com sua trajetória na TV. Recentemente, o médium Evandro Melo divulgou uma carta psicografada atribuída ao espírito do artista. No texto, ele teria feito reflexões a respeito da própria vida, da morte e de tudo aquilo que deixou para trás. Segundo a mensagem, Gugu teria descrito o impacto de perceber o próprio corpo imóvel após sua morte, enquanto ao seu redor predominava uma sensação de caos e confusão.
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O relato afirma que, depois daquele momento, ele teria caído em um sono profundo e despertado posteriormente em uma espécie de hospital no plano espiritual. Nesse local, segundo a carta, ele teria sido acolhido por entidades que o receberam com carinho e o ajudaram a compreender sua nova condição. A mensagem descreve esse período como um processo gradual de aceitação e adaptação.
Um dos pontos mais pessoais do relato envolve a vida pública. O espírito atribuído a Gugu teria reconhecido que se preocupou excessivamente com sua imagem e com os julgamentos das pessoas. Ele também teria lamentado não ter vivido alguns de seus sentimentos de maneira mais aberta e intensa e afirmou que gostaria de ter sido ainda mais presente na vida dos filhos.
Por outro lado, a carta demonstra uma suposta grande felicidade ao saber que a doação de seus órgãos teria ajudado outras pessoas a continuar vivendo. Esse seria um dos motivos de maior gratidão mencionados na mensagem. O texto também faz referências a familiares e pessoas próximas, incluindo Rose, apresentada como sua companheira de vida, além dos filhos e da mãe, Maria do Céu. A mensagem defende ainda que uma relação construída ao longo da vida ultrapassaria as convenções legais.
Outro assunto abordado são os bens deixados pelo apresentador. Segundo o relato, as disputas envolvendo a herança e o patrimônio conquistado durante sua vida ainda causariam desconforto e dificultariam sua adaptação no suposto plano espiritual. A carta ainda resgata uma curiosidade da infância: aos 11 anos, Gugu teria usado um gravador na tentativa de captar possíveis vozes do mundo espiritual. Por fim, o relato descreve sua suposta adaptação à nova realidade, mencionando episódios de cansaço e dormência enquanto se acostumava com o novo ambiente.
















