Carson Peters-Berger, de 18 anos, foi condenado à prisão perpétua na última quarta-feira (26), nos Estados Unidos, pelo assassinato da prima Iliana “Lily” Peters, de 10 anos. O crime aconteceu em 24 de abril de 2022, na cidade de Chippewa Falls, em Wisconsin, quando o jovem tinha 14 anos.
Peters-Berger se declarou culpado por homicídio doloso em primeiro grau. Pela sentença, ele poderá solicitar supervisão ampliada depois de cumprir 25 anos de prisão. O período em que já permaneceu detido, cerca de quatro anos, será contabilizado. Ele também deverá pagar US$ 30.197,20, cerca de R$ 155 mil, em restituição.
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Na tarde de 24 de abril, Lily voltava de bicicleta da casa da tia quando, segundo a acusação, Peters-Berger a convenceu a deixar a trilha e entrar em uma área de mata sob o pretexto de “explorar”.
De acordo com o caso, o jovem atingiu a menina no abdômen, fazendo com que ela caísse. Depois, teria batido na cabeça dela com um pedaço de madeira e a estrangulado. A autópsia apontou trauma causado por força contundente, estrangulamento e violência.
Lily foi dada como desaparecida pelo pai naquela noite. Durante as buscas, a bicicleta da menina foi localizada perto de uma área de mata. Na manhã seguinte, voluntários encontraram o corpo em uma região arborizada próxima à trilha.
Peters-Berger foi preso em 26 de abril de 2022, dois dias após o desaparecimento da prima.
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Além do homicídio, o jovem respondia a duas acusações de agressão s*xual em primeiro grau. Como parte do acordo que resultou na confissão de culpa, essas acusações foram retiradas. No entanto, elas foram lidas durante a audiência e consideradas pelo juiz no momento de definir a pena.
















