
Eleitores devem conferir o local de votação para o 2º turno, no domingo (25.out.2026). (Foto: Instagram)
Eleitores que participarão do 2º turno, no domingo (25.out.2026), devem conferir com antecedência onde votar. Dados atualizados do Tribunal Superior Eleitoral indicam que 444 seções tiveram o endereço alterado desde o 1º turno, mudança que afeta cerca de 130 mil pessoas.
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A votação ocorrerá das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. Todos os eleitores aptos escolherão o presidente da República, em disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Em seis unidades da Federação também haverá votação para governador: Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins.
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A Justiça Eleitoral oferece três opções digitais e gratuitas para consultar o endereço. No aplicativo e-Título, disponível para Android e iOS, o eleitor deve inserir os dados cadastrais solicitados e acessar a aba “Onde votar”. O sistema informa zona, seção e endereço completo, além de permitir traçar pelo GPS a rota até o local.
Outra possibilidade é o Autoatendimento Eleitoral, disponível nos portais do TSE e dos Tribunais Regionais Eleitorais. O usuário deve acessar “Autoatendimento Eleitoral”, entrar em “Consultas” e escolher “Onde votar”. Em seguida, precisa informar o número do título ou o CPF, a data de nascimento e o nome da mãe; depois, basta selecionar “Entrar” para visualizar a seção atualizada.
O ChatVote, assistente virtual com inteligência artificial, também fornece o endereço de votação. Ele fica no canto inferior da página inicial do TSE e é identificado pelo ícone de uma urna eletrônica. O eleitor pode apresentar a dúvida durante a conversa e informar os dados solicitados. Quem preferir atendimento presencial pode consultar as listas impressas no cartório eleitoral de sua comarca.
Segundo o TSE e os 27 Tribunais Regionais Eleitorais, alterações entre os turnos são excepcionais. A orientação é manter os eleitores nos mesmos locais da primeira votação, mas imprevistos podem exigir ajustes. Entre os motivos estão temporais e alagamentos que danificaram escolas, problemas elétricos, hidráulicos ou de engenharia em prédios públicos e privados conveniados e alertas de forças policiais e de inteligência sobre riscos nas imediações de seções.
As mudanças deste segundo turno são bem menos numerosas do que as da eleição de 2022, quando 5.822 seções foram transferidas no país. A avaliação e o remanejamento cabem aos juízos das zonas eleitorais locais, não a determinações centrais de Brasília. O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, pediu aos tribunais regionais ampla divulgação dos novos endereços nos municípios afetados, para evitar deslocamentos desnecessários no domingo.
