
Meta afirma ao TSE que não encontrou irregularidades no canal “Exército do Lula” (Foto: Instagram)
A Meta informou na sexta-feira (23.out.2026) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não identificou irregularidades no canal Exército do Lula, criado no WhatsApp para publicar mensagens de apoio à candidatura à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo a empresa, a análise técnica não apontou violação às políticas da plataforma.
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A manifestação foi solicitada pelo presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, após o candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pedir que o canal fosse analisado. A Meta opera WhatsApp, Instagram e Facebook.
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Em sua resposta, a empresa afirmou que a avaliação seguiu as diretrizes aplicáveis aos canais. Disse também que a declaração técnica anexada detalha as políticas e a metodologia usadas para identificar conteúdos que violem as regras.
A campanha de Flávio Bolsonaro sustenta que há indícios de que as plataformas da Meta não estariam cumprindo o plano de conformidade apresentado ao TSE para assegurar a integridade do processo eleitoral.
Em decisão tomada mais cedo, o ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, determinou que o canal não poderá voltar a ser suspenso ou restringido por decisões individuais de integrantes da Corte. No dia 11 deste mês, Nunes Marques havia ordenado a suspensão, atendendo a pedido da campanha de Flávio. O ministro argumentou que o canal reproduziu conteúdos que o tribunal já havia considerado inverídicos.
Na sequência, o corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Vilas Bôas Cuêva, derrubou a suspensão. Ele afirmou que a liminar chegou à presidência do TSE 41 minutos depois de sua decisão, que já havia rejeitado o pedido para suspender o canal. Mais tarde, Nunes Marques liberou o funcionamento do canal, após seu registro oficial no TSE. A notícia foi publicada originalmente pela Agência Brasil em 23 de outubro de 2026.
