
Jovem de 24 anos morre após complicações em cirurgia de correção da mandíbula em Guaratinguetá (SP). (Foto: Instagram)
Kethiny Evinlyn, de 24 anos, morreu após sofrer complicações durante uma cirurgia de correção da mandíbula em Guaratinguetá, no interior de São Paulo. Ela foi internada na terça-feira (20) para realizar o procedimento e, ao sair do centro cirúrgico, foi encaminhada à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com falta de oxigenação no cérebro.
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A morte foi confirmada pela equipe médica na madrugada de quinta-feira (22), dois dias após a operação. Segundo os familiares, a jovem permaneceu em estado grave na UTI, e a família não recebeu explicações detalhadas sobre o que teria causado a piora de seu quadro.
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Conforme o boletim de ocorrência registrado pelos parentes, Kethiny foi levada para a cirurgia por volta das 13h de terça-feira (20). Depois do procedimento, a família foi informada de que havia ocorrido uma intercorrência e de que seriam necessários exames para verificar possíveis danos neurológicos.
A mãe da jovem, que a acompanhava durante a internação, também foi avisada pela equipe médica sobre a gravidade da situação e o risco de morte. Os profissionais teriam informado aos familiares que Kethiny sofreu hipóxia cerebral, condição provocada pela redução do fornecimento de oxigênio ao cérebro e que pode causar lesões graves.
Os parentes foram chamados ao hospital durante a madrugada por causa do estado delicado da paciente. Na UTI, encontraram Kethiny inconsciente, sedada e com auxílio de aparelhos para respirar, sem condições de manter contato. Embora o quadro fosse inicialmente considerado crítico, ela permanecia estável.
Na madrugada de quinta-feira (22), porém, a condição clínica se agravou. Os familiares receberam a notícia da piora e, pouco depois, a equipe médica confirmou a morte da jovem. A irmã relatou à polícia que a família também recebeu informações sobre um possível problema com os instrumentos usados na cirurgia.
Essa hipótese levantou dúvidas entre os parentes sobre uma eventual falha no procedimento, mas não há confirmação de erro médico. Segundo o registro policial, as explicações dadas à família foram vagas e não esclareceram o que provocou a falta de oxigenação nem as circunstâncias da complicação.
Diante da ausência de respostas conclusivas, os familiares registraram o caso junto às autoridades. A Delegacia Seccional de Guaratinguetá abriu inquérito para investigar a morte, inicialmente tratada como suspeita. A causa deverá ser esclarecida por meio de exames periciais e de outras diligências da investigação.








