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Pesquisa aponta rejeição de 50% a Lula e de 49% a Flávio Bolsonaro


Pesquisa Real Time Big Data aponta 50% de rejeição a Lula e 49% a Flávio Bolsonaro (Foto: Instagram)

O mais recente levantamento da Real Time Big Data, divulgado nesta quinta-feira (24.set.2026), revela que os dois principais concorrentes à Presidência exibem altos índices de rejeição entre os eleitores. De acordo com o estudo, 50% dos entrevistados afirmaram que não votariam no atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e 49% manifestaram o mesmo em relação ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Esses números refletem um nível elevado de insatisfação com as duas candidaturas e podem impactar as estratégias de campanha nos próximos meses.

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A pesquisa foi realizada com 2 mil eleitores em todas as regiões do país entre 19 e 23 de setembro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o grau de confiança alcança 95%. O estudo, registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04202/2026, foi custeado com recursos próprios e teve custo total de R$ 30 mil. Não há indícios de patrocínio externo, o que reforça a independência dos resultados apresentados.

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Em simulação de segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro aparece com 45% das intenções de voto, enquanto Lula registra 44%. Embora o parlamentar do PL-RJ esteja ligeiramente à frente, essa vantagem está dentro da margem de erro, mantendo o cenário tecnicamente empatado. No levantamento anterior, de 1º de setembro, ambos marcavam 44%. Em outra possibilidade de confronto direto, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) empata com Lula, com 44% das intenções para cada um, indicando um equilíbrio nas preferências dos eleitores.

No cenário de primeiro turno, Lula lidera com 41% das intenções de voto, contra 37% de Flávio Bolsonaro. Os demais pré-candidatos não foram incluídos nesta projeção por não atingirem patamares significativos de menções na amostra. A diferença de quatro pontos percentuais reforça a competitividade entre os dois campeões de rejeição, mas ainda aponta vantagem numérica para o presidente.

Ainda segundo o levantamento, o governo Lula acumula uma taxa de desaprovação de 52% e uma aprovação de 45%. Ao avaliar a gestão federal, 45% dos entrevistados a classificaram como “ruim” ou “péssima”, enquanto 22% a julgaram “regular” e 32% a consideraram “boa” ou “ótima”. Esses indicadores de percepção pública apontam para um cenário polarizado, com parcela significativa dos eleitores expressando insatisfação em relação ao atual mandato.

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