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Flávio Bolsonaro tem rejeição de 50% e Lula 49%, aponta levantamento BTG/Nexus


Pesquisa BTG/Nexus aponta rejeição de 50% a Flávio Bolsonaro e 49% a Lula (Foto: Instagram)

Uma pesquisa conduzida pela BTG/Nexus e divulgada na segunda-feira (21.set.2026) revela que metade do eleitorado rejeita o senador Flávio Bolsonaro (PL), enquanto 49% rejeitam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento indica uma tendência de insatisfação semelhante entre os dois principais nomes da corrida eleitoral, exibindo uma diferença mínima de um ponto percentual entre seus índices de rejeição.

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O estudo foi realizado entre os dias 18 e 20 de setembro de 2026, com 2.006 entrevistas presenciais e telefônicas em todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00485/2026, o levantamento teve custo de R$ 164.888,89, pago integralmente pelo banco BTG Pactual. Esses dados oferecem um panorama detalhado do cenário eleitoral atual.

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No cenário de primeiro turno, Lula surge numericamente à frente, com 40% das intenções de voto, contra 37% de Flávio Bolsonaro. Outros candidatos ficaram distantes na preferência dos eleitores, mas não tiveram seus percentuais detalhados no comunicado. Considerando a margem de erro, ambos estão tecnicamente empatados, o que sinaliza disputa acirrada até o fim do prazo de registro de candidaturas.

Para o segundo turno, a pesquisa simulou quatro cenários diferentes. No confronto direto entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente tem ligeira vantagem, porém continua em empate técnico por conta da margem de erro de dois pontos. Em outros cenários envolvendo adversários diversos, as variações permaneceram dentro do limite estatístico, sem indicar rompimento claro de empate técnico entre principais postulantes.

Quanto à avaliação do governo federal, 50% dos entrevistados desaprovam a administração Lula, enquanto 46% a aprovam. Os demais 4% não souberam ou não quiseram responder. Quando questionados sobre a qualidade da gestão, 45% a classificaram como “ruim” ou “péssima”, 18% como “regular” e 35% como “boa” ou “ótima”, sinalizando divisão próxima entre críticas severas e avaliações positivas.

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