
Uso brutal de botijão de gás: homem mata companheira e é preso em flagrante em Coronel Fabriciano (MG) (Foto: Instagram)
Uma mulher de 36 anos foi brutalmente assassinada em sua própria casa no bairro Amaro Lanari, em Coronel Fabriciano (MG). Segundo a Polícia Militar, o companheiro dela, de 37 anos, usou um botijão de gás para desferir diversos golpes na vítima e fugiu em seguida. O homem foi localizado pela PM ainda na BR-381 e preso em flagrante. Ele confessou o crime, que está sendo tratado como feminicídio, e aguarda a conclusão das investigações.
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O crime teria ocorrido durante uma discussão acalorada entre o casal, mobilizando viaturas da Polícia Militar no Vale do Aço logo após o chamado. A vítima foi encontrada já sem vida em um dos quartos da residência, com múltiplas lesões no rosto e sinais claros de violência. Testemunhas relataram ter escutado gritos e movimentação intensa pouco antes dos policiais chegarem ao local.
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De acordo com a PM, o objeto utilizado para cometer o crime foi um botijão de gás, encontrado caído ao lado da cama onde a mulher estava. Os policiais recolheram o recipiente como prova e informaram que ele será periciado para determinar a força aplicada nos golpes. Até o momento, não há registros de que o casal tivesse antecedentes criminais, mas vizinhos afirmaram que o relacionamento vinha se deteriorando há semanas.
Logo após o homicídio, o autor fugiu em uma motocicleta pela BR-381 com sentido a Belo Horizonte. As equipes da Polícia Militar montaram um cerco na região do bairro Mangueiras, baseando-se em informações sobre a possível rota de escape. Durante as diligências, o suspeito foi interceptado sem oferecer resistência e levado para a delegacia local. A motocicleta também foi apreendida como parte das evidências.
Em depoimento à PM, o homem admitiu ter cometido o ato e relatou uma versão dos fatos que envolvia discussões anteriores e alegadas provocações da esposa. As autoridades registraram a confissão em boletim de ocorrência, e o suspeito permanece detido à disposição da Justiça. Em seguida, ele será encaminhado à Polícia Civil de Minas Gerais, que dará prosseguimento ao inquérito.
A filha de 14 anos do casal conversou com os investigadores e disse ter presenciado brigas constantes entre os pais. A adolescente relatou que já ouvira ameaças do pai contra a mãe em outras ocasiões, mas nunca imaginou que os conflitos chegariam a esse nível de fatalidade. Agora, a Polícia Civil segue apurando todas as circunstâncias do crime para reunir provas e esclarecer a dinâmica completa dos acontecimentos.
