
Dorival Júnior retorna ao Morumbi, mas vive seu pior momento no São Paulo (Foto: Instagram)
Dorival Júnior retornou ao comando do São Paulo em 15 de maio de 2026 e, pouco mais de quatro meses depois, atingiu seu menor rendimento no clube: quatro vitórias, seis empates e seis derrotas, resultando em apenas 37,5% de aproveitamento.
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Esse desempenho fica atrás dos registros de Roger Machado, que somou sete triunfos, quatro empates e cinco derrotas em 16 partidas, e de Hernán Crespo, com oito vitórias, dois empates e quatro derrotas em 14 jogos. Crespo deixou o Tricolor no início de março após declarações sobre a meta de 45 pontos no Brasileirão, e Roger se desligou em maio depois da eliminação para o Juventude na Copa do Brasil.
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Na sua primeira passagem, em 2017, Dorival assumiu em caráter emergencial para afastar o time da zona de rebaixamento. Com 17 vitórias, 11 empates e 12 derrotas, o técnico cumpriu a missão e conduziu o São Paulo ao 13º lugar, antes de deixar o cargo no início de 2018.
Cinco anos depois, o treinador protagonizou seu momento mais marcante ao conquistar a Copa do Brasil, encerrando um jejum histórico de títulos na competição. Apesar disso, o clube terminou o Campeonato Brasileiro em 11º lugar, e Dorival aceitou convite para comandar a seleção brasileira em janeiro de 2024.
Na terceira passagem, o cenário interno e externo se mostrou complicado. Além de uma crise administrativa e política, o time foi eliminado nas quartas de final da Copa Sul-Americana pelo Boca Juniors, após empate por 1 a 1 no Morumbi que encerrou sua participação.
No Brasileirão, o São Paulo sofreu longa jejum de vitórias e chegou a ficar apenas três pontos acima do Z-4. Atualmente, ocupa a 11ª posição com 33 pontos, cinco à frente do Vasco, primeiro na zona de rebaixamento, e terá de administrar essa vantagem até o término da temporada.








