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Sertanejo Panda quebra o silêncio após receber ameaças por cachê de Barretos


Cantor Panda se defende de cobranças e reforça voluntariedade das doações (Foto: Instagram)

O cantor Panda decidiu se manifestar publicamente após enfrentar críticas e até ameaças nas redes sociais por optar por não repassar o cachê de sua apresentação na Festa do Peão de Barretos ao Hospital de Amor. Segundo o sertanejo, boa parte dos comentários passou do tom de cobrança para ataques pessoais, levando-o a falar sobre o episódio e esclarecer suas motivações.
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Ao comentar a repercussão, Panda ressaltou que as doações devem ser espontâneas e que não existe obrigação contratual para o repasse de valores aos organizadores ou instituições. Ele lembrou, ainda, da contrib uiçã o de R$ 550 mil feita ao Hospital da Criança e Maternidade, entidade que atendeu seu filho em razão de uma cirurgia cardíaca complexa.
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De acordo com Panda, a polêmica teve início quando outros artistas anunciaram repasses de parte de seus cachês ao Hospital de Amor, o que levou parte do público a exigir o mesmo de sua apresentação. Ele frisou que tal cobrança não era prevista no contrato de prestação de serviços firmado com a organização da festa, afirmando que cada profissional é livre para dispor de seus rendimentos como desejar.

Defensor da privacidade em gestos beneficentes, Panda declarou que “doa quem quer” e que transformar a solidariedade em imposição pública contraria o princípio da voluntariedade. Para ele, a verdadeira essência da generosidade se perde quando se converte um ato de boa vontade em obrigação social ou disputa de imagem entre colegas de profissão.

O artista reforçou que seu envolvimento com causas sociais não se limita a eventos específicos e que, ao longo da carreira, já apoiou diversas instituições de forma discreta. Apesar de compartilhar o valor exato do repasse ao hospital que cuidou de seu filho, Panda prefere manter reserva sobre outras doações, preservando o caráter pessoal de suas iniciativas filantrópicas.

Até o momento, o sertanejo não detalhou o conteúdo das mensagens ameaçadoras nem informou se registrou boletim de ocorrência. Ele também optou por não revelar o montante recebido pelo show em Barretos, argumentando que a divulgação de cifras não influencia sua postura quanto à decisão de doar ou não parte de seu cachê.

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