
Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro e Lula registram as maiores rejeições (Foto: Instagram)
A última pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (07) mostra que 55% dos eleitores não votariam de jeito nenhum no senador Flávio Bolsonaro (PL), enquanto 53% rejeitam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Esses índices são idênticos aos apurados no levantamento anterior, realizado em 2 de setembro, e posicionam os dois principais pré-candidatos à Presidência como os mais rejeitados no cenário político atual.
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Em terceiro lugar aparece o empresário Pablo Marçal (PRTB), com 45% de rejeição. Marçal segue inelegível e a Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) solicitou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o indeferimento de seu registro de candidatura, o que mantém sua situação política incerta e limita sua exposição entre o eleitorado.
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Na sequência, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) registra 41% de rejeição, enquanto o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) alcança 16%. O desempenho de Caiado reflete sua atuação estadual, mas ainda enfrenta resistência significativa em âmbito nacional. Já Zema, apesar de menor rejeição, ainda não decola na preferência popular.
O candidato Renan Santos (Missão) enfrenta 29% de rejeição entre os entrevistados, seguido pelo escritor Augusto Curty (Avante), com 26%. Esses percentuais indicam a dificuldade de nomes menos consolidados repetirem o mesmo nível de popularidade dos principais concorrentes, embora representem fatias expressivas de eleitores insatisfeitos.
Outros concorrentes aparecem com índices ainda menores: Rui Costa Pimenta (PCO) acumula 23% de rejeição; Edmilson Costa (PCB) e Samara Martins (UP) têm 11% cada; Hertz Dias (PSTU) e Wilson Grassi (10% cada) registram rejeições moderadas; e, por fim, Clariana Barão (DC) apresenta o menor índice, com 7%.
A pesquisa, encomendada pela TV Globo, ouviu 2.004 pessoas entre os dias 3 e 6 de setembro. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Registrado no TSE sob o número BR-01720/2026, o levantamento é o primeiro do instituto a incorporar integralmente os efeitos da recente crise no Supremo Tribunal Federal (STF), oferecendo um panorama atualizado do comportamento do eleitorado diante dos principais protagonistas da política nacional.
