
Diarista condenada por atos de 8 de Janeiro some após tornozeleira eletrônica falhar (Foto: Instagram)
A diarista Silvia de Amorim Jesus, condenada a 14 anos de prisão por participação nos atos de 8 de Janeiro, deixou de ser monitorada eletronicamente e é considerada foragida. O equipamento parou de enviar sinais um dia após o ministro Alexandre de Moraes determinar sua prisão, ao fim definitivo do processo. Desde então, não há comunicação com a central de monitoramento, o que motivou alerta das autoridades sobre o seu paradeiro.
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Conforme relatório do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), o sinal da tornozeleira eletrônica foi interrompido em 28 de agosto, apenas um dia depois da expedição da ordem de prisão pela Polícia Federal. A medida ocorreu após a confirmação de trânsito em julgado da condenação, deixando clara a urgência na detenção da diarista. Até o momento, não há informações oficiais de que Silvia tenha sido localizada.
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O relatório do TJRO ainda assinala que, além do corte no sinal, a central de monitoramento eletrônica identificou um alerta de possível violação do equipamento. Inicialmente, a falha havia sido atribuída ao fim da carga da bateria, mas o aviso levantou suspeitas de que a tornozeleira pudesse ter sido rompida ou danificada propositalmente, impedindo o acompanhamento das atividades de Silvia.
Até a emissão da ordem de prisão, Silvia cumpria todas as determinações judiciais, inclusive comparecendo pontualmente aos registros obrigatórios. Há cerca de uma semana antes da falha no dispositivo, ela realizou o protocolo de presença exigido pelo sistema de monitoramento. Esse histórico de cooperação reforça o mistério em torno do sumiço repentino.
Com a perda de contato com o equipamento, policiais penais foram até o endereço registrado como residência de Silvia de Amorim Jesus. No local, não encontraram a condenada nem indícios de que ela tenha permanecido recentemente no imóvel. A ausência de vestígios pessoais e de movimentação recente reforça a suspeita de fuga planejada.
As autoridades consideram o alerta de violação e a falta de bateria como peças-chave para elucidar o que ocorreu com a tornozeleira e onde Silvia possa estar. O caso segue em investigação pela Polícia Federal e pelo TJRO, que analisa dados do dispositivo e busca pistas que levem ao paradeiro da condenada. Até o momento, ela permanece foragida.
