
Menino solitário sentado ao lado de seu ursinho de pelúcia simboliza a tragédia familiar (Foto: Instagram)
Uma moradora de Frankfort, no estado norte-americano de Illinois, foi presa acusada de matar o filho de apenas 2 anos. Documentos da promotoria apontam que Corie Walsh, de 40 anos, disse às autoridades acreditar que o menino seria o “diabo” e o “anticristo”. A criança foi encontrada inconsciente em sua casa e, apesar de levada às pressas ao hospital, não resistiu aos ferimentos. A acusação trata o episódio como homicídio.
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O caso, segundo registros policiais, veio à tona depois do pedido de socorro de uma adolescente vizinha. Ela relatou ter achado o menino sem sinais vitais dentro da residência, acionando imediatamente o serviço de emergência. Agentes compareceram ao local e constataram lesões compatíveis com violência. A confirmação da morte foi feita no hospital onde a criança deu entrada pouco depois.
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Em sua defesa, o advogado de Walsh alegou que ela sofria um surto psicótico no momento do crime. Conforme a equipe jurídica, a ré não teria plena consciência dos atos devido ao quadro mental agudo, algo que será avaliado ao longo do processo judicial. “Esta é uma tragédia para a família Walsh, que sofre pela perda deste pequeno. Também é um drama para Corie, que passou por um episódio psicótico. Esperamos, com análise cuidadosa, compreender a dimensão real de sua dor”, afirmou o defensor.
Testemunhas relatam que um vizinho adulto se somou ao socorro inicial, prestando atendimento de primeiros socorros até a chegada dos paramédicos. O bebê chegou a receber cuidados emergenciais, mas não sobreviveu ao crime. O marido de Corie, que estava fora do estado naquele momento, foi informado do ocorrido assim que retornou, estando totalmente abalado com a notícia.
Na residência, além do menino de 2 anos, havia um bebê que não apresentou ferimentos, assim como duas outras crianças em idade escolar, que não se encontravam no imóvel no instante da agressão e retornaram pouco depois. As autoridades confirmaram que nenhum dos outros menores sofreu danos físicos, mas permanecem prestando apoio psicológico à família.
A polícia de Frankfort segue apurando as circunstâncias exatas da morte, reunindo depoimentos e provas que embasarão o processo contra Corie Walsh. Até o momento, a acusada permanece detida sem direito à fiança, enquanto promotores e investigadores trabalham para elucidar se o surto psicótico apresentava indicação de transtorno psiquiátrico crônico ou evento isolado.
