
Colisão entre Cessna e helicóptero da polícia nos EUA deixa um morto (Foto: Instagram)
Uma câmera de vigilância registrou o momento em que um monomotor Cessna 150 colidiu com um helicóptero Bell 407 da Polícia Estadual da Pensilvânia nas imediações da pista do Aeroporto Regional de Carlisle, nos Estados Unidos. O impacto provocou a morte imediata do piloto da aeronave de pequeno porte, enquanto os dois policiais a bordo sobreviveram. Até o momento, agentes federais investigam as circunstâncias do acidente, ocorrido na noite de quarta-feira (19), em busca de possíveis falhas operacionais.
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Conforme as imagens, o helicóptero realizava um exercício de voo a baixa altitude para treinamento quando o Cessna, em aproximação para pouso por volta das 19h locais, atingiu a parte traseira da aeronave policial. A colisão desestabilizou as duas aeronaves, que despencaram e caíram a poucos metros da cabeceira da pista, resultando em destruição quase total de ambas.
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As imagens revelam que o helicóptero perdeu parte da cauda e das pás imediatamente após o impacto, antes de tombar no solo. O Cessna também despencou em alta velocidade e ficou completamente destruído. Equipes de resgate chegaram rapidamente ao local para prestar atendimento às vítimas.
O único ocupante do Cessna foi identificado como Paul William Sokoloski, de 57 anos, médico de emergência, instrutor de voo certificado e piloto comercial. Ele não resistiu aos ferimentos e foi declarado morto no local. Conforme registros, Sokoloski acumulava centenas de horas de voo e já atuara em missões de resgate.
No helicóptero estavam o cabo Bryce Corman e o agente Jason Mills. De acordo com as autoridades, Corman quebrou uma janela para retirar os escombros e ajudou Mills a sair do aparelho. Um dos policiais teve alta nas horas seguintes, enquanto o outro segue internado em recuperação, com quadro clínico considerado estável.
Investigadores da Administração Federal de Aviação (FAA) e do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB) analisam as comunicações entre as aeronaves, as condições mecânicas dos aparelhos e eventual limitação de visibilidade. O Aeroporto de Carlisle não possui torre de controle, obrigando os pilotos a usarem uma frequência de rádio compartilhada para coordenar pousos e decolagens. Um relatório preliminar deve apresentar as primeiras conclusões, mas a definição definitiva das causas pode levar meses.
