Influenciadora faz várias cirurgias plásticas para deixar de ser a ‘noiva do Frankenstein’

Posted by

–


Influenciadora exibe cicatrizes de cirurgias extremas (Foto: Instagram)

A influenciadora britânica Victoria Vigors, natural de Kent, aplicou dezenas de milhares de reais em intervenções estéticas na Turquia e no Reino Unido para remodelar totalmente o corpo. Conhecida nas redes sociais pelo apelido de “noiva do Frankenstein”, ela divide cada etapa da sua metamorfose online, reacendendo o debate sobre até onde é válido estender procedimentos cirúrgicos de beleza.

++ Sistema de IA revela como pessoas comuns estão criando novas fontes de renda online

Em março de 2025, Victoria viajou à Turquia para passar por abdominoplastia, lipoaspiração e lifting de mamas, desembolsando aproximadamente R$ 57 mil, segundo levantamentos sobre o caso. Depois disso, ela retornou ao Reino Unido e seguiu com novas cirurgias, mantendo o cronograma de transformações por mais de um ano.

++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein

O apelido de “noiva do Frankenstein” faz referência à personagem do filme de 1935 e foi adotado para expressar a ideia de reconstrução extrema, apesar de Victoria não buscar reproduzir fielmente as feições da criatura. Ela usa o termo para ilustrar sua própria jornada de autoconstrução por meio das cirurgias.

Ao longo do processo, a influenciadora recorreu a uma variedade de procedimentos — cirúrgicos e não cirúrgicos — em diferentes regiões do corpo. Cada etapa é registrada em detalhes nas redes sociais, permitindo que ela avalie os resultados antes de avançar para a próxima intervenção.

O volume e a sequência das mudanças chamaram atenção, sobretudo pela forma transparente com que Victoria compartilha as dificuldades e os progressos. Embora associe a si própria à noiva de Frankenstein, ela ressalta que o objetivo maior é reinventar sua aparência de acordo com suas próprias expectativas.

A transformação continua em curso e segue sendo tema de postagens frequentes. O caso reacende a discussão sobre os limites éticos, psicológicos e de saúde dos procedimentos estéticos e sobre a busca por modificações corporais cada vez mais radicais.