
Movimentação na Rua 2 de Fevereiro, em Portel, local do atentado contra o chefe de gabinete (Foto: Instagram)
Na noite de sexta-feira (14), Bremen Costa da Silva, chefe de gabinete da Prefeitura de Portel, município localizado no arquipélago do Marajó, foi alvo de uma tentativa de homicídio enquanto estava em um veículo oficial. De acordo com fontes da administração local, o atentado aconteceu por volta das 20h, quando a vítima foi atingida por disparos de arma de fogo. Após receber os primeiros socorros no Hospital Geral de Portel, Bremen foi removido para unidade de saúde em Breves, onde permanece em estado estável.
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Informações iniciais repassadas pela Polícia Militar relatam que o autor do crime conduzia uma motocicleta, vestia colete de mototaxista e se aproximou do carro onde estava o chefe de gabinete. Conforme relatos oficiais, o suspeito efetuou diversos tiros nas imediações de uma farmácia localizada na Rua 2 de Fevereiro, via central do município. Moradores que presenciaram a cena acionaram as equipes de segurança, que chegaram ao local em poucos minutos.
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Logo após o atentado, guarnições da Polícia Militar, da Polícia Civil e da Guarda Municipal foram mobilizadas para realizar buscas na região. As forças de segurança trabalham no levantamento de depoimentos e na análise de câmeras de vigilância para identificar o autor do ataque. O objetivo das investigações é esclarecer as motivações do crime, confirmar o número exato de disparos e reunir provas suficientes para chegar ao responsável pela tentativa de homicídio.
De acordo com a Prefeitura de Portel, Bremen Costa da Silva foi inicialmente atendido na emergência do Hospital Geral de Portel e, devido à gravidade dos ferimentos, transferido de ambulância ao Hospital Regional Público do Marajó, em Breves. No hospital de referência, ele passou por exames de imagem e permanece em observação clínica, sem necessidade de cirurgia, recebendo acompanhamento médico contínuo. Familiares mantêm-se próximos desde o início do atendimento.
A Polícia Civil de Portel informou que até o momento não há boletim de ocorrência registrado formalmente na delegacia local, etapa necessária para o prosseguimento das investigações. Os delegados responsáveis aguardam a formalização do registro e orientam que testemunhas procurem a unidade policial para prestar depoimento. Com isso, esperam reunir dados suficientes para instaurar o inquérito e avançar na elucidação deste crime violento.








