Na última semana, a Quaest divulgou informações sobre as eleições presidenciais deste ano de 2026. Os dados mostram que o Brasil está bastante dividido em relação aos nomes que devem disputar o cargo de chefe do Executivo do país. Os levantamentos, realizados em dez estados brasileiros, revelam um cenário regionalizado, com diferentes lideranças aparecendo à frente em cada região.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição, aparece com vantagem no primeiro turno em estados como Bahia, Ceará, Pará e Pernambuco. Já Flávio Bolsonaro (PL) lidera no Paraná, enquanto o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), aparece numericamente na primeira colocação em seu estado.
Em alguns dos principais colégios eleitorais do país, a disputa se mostra mais acirrada. Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo apresentam um empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro. Isso significa que a diferença entre os dois candidatos está dentro da margem de erro da pesquisa e, estatisticamente, não é possível afirmar quem está na frente.
No Ceará, Lula aparece com 55% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 22%. Na Bahia, o presidente soma 52%, enquanto o senador tem 18%. Em Pernambuco, o cenário é semelhante, com Lula registrando 55% contra 21% de Flávio. No Pará, a disputa é mais equilibrada, com 38% para Lula e 31% para o candidato do PL.
Em Goiás, Ronaldo Caiado lidera com 33%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 27%, e Lula, com 23%. No Paraná, Flávio aparece na primeira posição, com 42% das intenções de voto, enquanto Lula soma 24%. Já em Minas Gerais, Lula tem 30% e Flávio Bolsonaro aparece com 29%. No Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul, o senador registra 32%, contra 30% do presidente. Em São Paulo, Flávio tem 34%, enquanto Lula aparece com 30%.
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Além dos números dos principais candidatos, as pesquisas também mostram uma parcela do eleitorado ainda indecisa ou que declara intenção de votar branco, nulo ou não comparecer às urnas. O cenário indica que, apesar das lideranças já apresentadas, a disputa presidencial ainda pode sofrer mudanças até o período eleitoral.

