
Mãe de gêmeos prematuros recebe apoio para amamentação em Campo Grande (Foto: Instagram)
A partir de 1º de agosto, inicia-se a Semana Mundial da Amamentação, destacando o papel vital do leite materno na saúde infantil. Rosângela Ferreira Bueno, mãe dos gêmeos Davi e Ravi, compartilha sua experiência em Campo Grande para ilustrar como o aleitamento faz diferença no desenvolvimento dos bebês.
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A campanha global tem atenção especial aos recém-nascidos prematuros, grupo que se beneficia sobremaneira dos nutrientes e anticorpos presentes no leite materno. Em sua trajetória, Rosângela conta como a doação de leite ajudou outras famílias, especialmente aquelas cujos filhos chegaram ao mundo antes do tempo previsto, oferecendo suporte em fases delicadas da vida neonatal.
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Segundo especialistas, o leite materno fortalece o sistema imunológico do bebê e é fundamental para o crescimento saudável. A experiência de Rosângela exemplifica o vínculo emocional que a amamentação promove entre mãe e filho, reforçando o caráter afetivo desse ato. Além disso, ela ressalta que a doação de leite pode ser determinante para a sobrevivência de muitos prematuros, funcionando como um recurso indispensável nesses primeiros dias de vida.
A Organização Mundial da Saúde destaca que o leite materno é a melhor fonte de nutrição nos primeiros meses, pois combina vitaminas, minerais e anticorpos capazes de reduzir infecções e alergias. A Semana Mundial da Amamentação visa ampliar a conscientização sobre esses benefícios, motivando mães a oferecerem não apenas seu próprio leite, mas também a se tornarem doadoras para quem mais precisa.
O apoio familiar e social é essencial para vencer desafios como falta de informação ou dificuldades no retorno ao trabalho. Em Campo Grande, surgem iniciativas locais que oferecem grupos de apoio, oficinas e espaços de acolhimento para mães. Essas ações auxiliam na troca de experiências, esclarecem dúvidas e incentivam o compartilhamento de leite, fortalecendo a rede de solidariedade.
Com o encerramento da campanha, espera-se aumento no número de doadoras e no fortalecimento de projetos de coleta e distribuição de leite materno. O objetivo é garantir que todos os recém-nascidos, especialmente os prematuros, recebam esse alimento vital. A participação ativa das mães e comunidade é vista como caminho para consolidar um banco de leite mais robusto, assegurando nutrição e proteção aos bebês em situação de vulnerabilidade.
