
Maria Eduarda, a “Penélope do CV”, durante participação em podcast sobre o episódio de desinformação (Foto: Instagram)
Maria Eduarda, mais conhecida nas redes sociais como “Penélope do CV”, voltou a falar sobre o episódio em que seu nome foi vinculado à morte de uma pessoa durante a megaoperação policial realizada nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, em outubro do ano passado.
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A repercussão teve início quando circulou nas redes sociais a fotografia de um corpo, e diversos usuários passaram a compartilhar a imagem afirmando tratar-se da influenciadora. Pouco depois, as autoridades identificaram o falecido como Ricardo Aquino dos Santos, de 22 anos, natural da Bahia.
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Em participação num podcast, Maria Eduarda relatou que descobriu a confusão ao finalmente ligar o celular, após ficar sem acesso por um tempo. “Quando atendi, ouvi: ‘Caraca, tu está viva mesmo?’”, recordou. Só então soube que estava sendo mencionada como morta e que o episódio havia até chegado à televisão.
A influenciadora contou que ficou surpresa com a quantidade de publicações e comentários que associavam seu rosto ao caso. Ao acessar o Instagram e o Twitter, encontrou perfis e perfis repetindo a mesma suposição, o que a deixou ainda mais assustada.
Maria Eduarda admitiu ter ficado impactada ao ver a fotografia que circulava. “Por um segundo pensei que fosse eu na imagem. Fiquei sem entender nada e me perguntando quem havia feito aquilo”, disse ela, descrevendo a sensação de estranhamento.
Segundo a jovem, aspectos como a posição do corpo e alguns traços do rosto na fotografia foram suficientes para confundir quem acompanhava o desenrolar da ação policial. Esse detalhe, somado à rapidez com que as informações se espalharam, alimentou a desinformação.
Ela também revelou que pessoas próximas sugeriram que ela sumisse das redes sociais, apagasse publicações e não comentasse nada até a história esfriar. “Disseram que era melhor deixar as pessoas acreditarem que eu realmente tinha morrido”, contou a influenciadora.
No entanto, Maria Eduarda optou por manter sua presença online. O tema continuou em pauta por vários dias, com aparições em diversas emissoras de TV e repercussão diária. Em paralelo, a Polícia Civil do Rio de Janeiro esclareceu que o corpo pertencia a um homem com antecedentes criminais e reforçou que não houve qualquer vínculo entre a vítima e a influenciadora, confirmando tratar-se de uma falsa associação de identidades.








