
Daniele Bezerra sai em defesa de Deolane após prisão preventiva (Foto: Instagram)
A irmã da influenciadora e advogada Deolane Bezerra, Daniele Bezerra, voltou a se manifestar publicamente para reafirmar a inocência da irmã após a decisão judicial que manteve a prisão preventiva da influenciadora. Em novo pronunciamento nas redes sociais, ela criticou a repercussão midiática do caso e afirmou estar empenhada em esclarecer todos os pontos investigados pelas autoridades.
++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático
Em comunicado compartilhado em perfis oficiais, Daniele contestou as acusações de lavagem de dinheiro e contestou rumores sobre a existência de 35 empresas atribuídas a Deolane. “A Deolane é inocente. Não existe essa história de lavar R$ 24.500. E ela jamais teve 35 empresas, como parte da mídia vem divulgando de forma irresponsável”, frisou. A irmã agradeceu ainda as mensagens de apoio recebidas e declarou-se disponível para entrevistas caso a defesa não consiga reverter a situação.
++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein
Na audiência de custódia realizada em 21 de maio, a Justiça manteve a prisão preventiva de Deolane Bezerra. O juiz considerou que há risco de interferência nas investigações e entendeu que a liberdade da influenciadora poderia comprometer a coleta de provas sobre o suposto esquema.
A defesa de Deolane chegou a solicitar a substituição da prisão por prisão domiciliar, destacando o fato de a influenciadora ser mãe. No entanto, o pedido foi indeferido. Atualmente, os advogados preparam novos recursos para tentar o relaxamento da prisão enquanto aguardam a transferência para uma unidade prisional no interior de São Paulo.
A detenção de Deolane ocorreu durante a Operação Vérnix, conduzida pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo. As investigações apuram um esquema de lavagem de dinheiro vinculado ao Primeiro Comando da Capital (PCC), focando no trânsito de valores e na estrutura financeira da facção criminosa.
Em coletiva, o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Nico Gonçalves, informou que a apuração envolve diversas pessoas, incluindo integrantes do núcleo de comando da facção. Segundo ele, nomes ligados a Marco Herbas Camacho, o Marcola, e familiares como Alejandro Camacho, Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho também aparecem nas diligências.
De acordo com a investigação, o grupo utilizaria uma transportadora de cargas sediada em Presidente Venceslau, no interior paulista, para movimentar recursos ilícitos e ocultar valores obtidos por meio de atividades do crime organizado. Nico Gonçalves reafirmou o compromisso do governo paulista no enfrentamento às facções: “O crime organizado não vai ter vez aqui em São Paulo. Não existe lugar onde a polícia não entre”.







