
Rico Melquiades defende Deolane Bezerra após nova prisão (Foto: Instagram)
O influenciador digital Rico Melquiades se pronunciou nas redes sociais na manhã desta quinta-feira (21), após a segunda prisão da advogada Deolane Bezerra. Ele classificou a ação das autoridades como uma perseguição injusta, destacando que o caso ganhou repercussão imediata entre internautas.
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No texto publicado, Rico ressaltou que Deolane é mãe solo, mulher independente e responsável pelo sustento da família, mas que ainda assim foi detida. Ele criticou o fato de pessoas que realmente deveriam estar presas continuarem livres, enquanto uma mulher que paga impostos e busca vencer na vida enfrenta acusações.
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A publicação provocou intensa divisão de opiniões. Alguns seguidores apoiaram o posicionamento de Melquiades, argumentando que influenciadores digitais não podem ser tratados como criminosos, enquanto outros defenderam a necessidade de que as investigações prossigam sem favorecimentos, independentemente da notoriedade dos envolvidos.
Mais tarde, em seus stories no Instagram, o ex-participante de A Fazenda voltou a abordar as recentes operações policiais contra personalidades da internet. Ele manifestou decepção com uma suposta inversão de valores, em que criadores de conteúdo estariam sendo enquadrados como infratores, enquanto verdadeiros criminosos permanecem fora do alcance das autoridades.
O influenciador também questionou a estratégia de expor figuras públicas em ações realizadas nas primeiras horas do dia, alegando que essa prática reforça uma narrativa de perseguição e prejudica a imagem de profissionais que atuam nas redes sociais. O desabafo repercutiu de forma rápida, alimentando debates sobre privilégios e imparcialidade no trato com famosos.
Deolane Bezerra foi detida no âmbito da Operação Vérnix, deflagrada para apurar um suposto esquema de lavagem de dinheiro vinculado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo as investigações, houve movimentações financeiras consideradas atípicas em contas ligadas à advogada e a empresas associadas a ela. Além da prisão, as autoridades cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços, incluindo um imóvel em Barueri, na região metropolitana de São Paulo.







