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Mãe de Deolane quebra o silêncio e surpreende ao comentar prisão da filha


Deolane Bezerra e a mãe, Solange, em selfie: matriarca reage à prisão da influenciadora (Foto: Instagram)

Solange Bezerra falou pela primeira vez sobre a detenção de sua filha, a influenciadora e advogada Deolane Bezerra, que foi presa na manhã de quinta-feira (21) em sua residência em Alphaville, no município de Barueri, Grande São Paulo. A mãe de Deolane usou os stories das redes sociais para expor o que chama de “perseguição” contra a família, afirmando que já aguardava por esse desdobramento.

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Em sua publicação, Solange declarou: “Pra lhes ser sinceros, já esperávamos por isso. A gente sempre espera, porque toda vez querem uma cortina de fumaça pra encobrir os escândalos que acontecem no país, eles a prendem. Eu só me pergunto até quando vai essa perseguição.” Suas palavras rapidamente viralizaram entre seguidores e perfis de entretenimento online.

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A irmã de Deolane, a advogada Dayane Bezerra, também se manifestou nas redes sociais. Em tom emocionado, Dayane afirmou estar abalada diante das acusações e ressaltou a importância de manter a confiança na Justiça: “Permanecer firme, mesmo em meio às acusações injustas, exige coragem, força e confiança de que a Justiça prevalece. Vamos lutar mais uma vez pela verdade e pela dignidade.”

A prisão de Deolane ocorreu no contexto da Operação Vérnix, desencadeada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo. A ação investiga suposto esquema de lavagem de dinheiro vinculado a integrantes da alta cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC), com mandados cumpridos em diversas cidades do Estado.

Entre os principais alvos da operação está Marco Herbas Camacho, apontado pelas autoridades como um dos líderes da facção criminosa. Apesar do novo mandado de prisão, Marco já estava detido anteriormente. Além dele, foram visados Alejandro Camacho, irmão de Marcola, e os sobrinhos Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho.

Segundo as investigações, uma transportadora de cargas sediada em Presidente Venceslau, interior de São Paulo, teria servido para movimentar valores ilícitos e ocultar recursos pertencentes à organização. As autoridades cumpriram ao todo seis mandados de prisão preventiva e diversas ordens de busca e apreensão para desarticular o suposto esquema.

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