Não é novidade que a medicina está avançando e permitindo que muitas mulheres realizem o sonho de gestar uma criança. Entre os casos mais recentes que chamaram atenção está o de Embeyte Medhin Hagos, uma mulher etíope de 76 anos que deu à luz seu primeiro filho após décadas de tentativas para engravidar.
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Segundo relatos, ela recorreu à fertilização in vitro (FIV) depois de muitos anos sem sucesso em suas tentativas naturais. O procedimento tornou possível a realização de um desejo antigo: vivenciar a maternidade, mesmo em idade avançada.
A decisão também foi influenciada por aspectos culturais. Na Etiópia, a maternidade tem grande relevância social, e mulheres sem filhos podem enfrentar pressões e estigmas, o que ajuda a entender a persistência de Embeyte ao longo dos anos.
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O caso ganhou repercussão internacional e chegou a ser comparado por algumas pessoas a narrativas bíblicas de maternidade tardia. No entanto, especialistas reforçam que o nascimento é resultado direto dos avanços da medicina reprodutiva, especialmente da fertilização in vitro, que tem ampliado as possibilidades de gestação em situações antes consideradas improváveis.

