Mãe de Agatha Isabelle e Allan Michael em Bacabal revela nova pista sobre suspeito

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Desaparecimento de Agatha e Allan completa quatro meses sem respostas (Foto: Instagram)

Clarice, mãe de Agatha Isabelle e Allan Michael, confronta a estratégia adotada pela Polícia Civil de Bacabal, que limitou as buscas à região da mata local sem descobrir qualquer vestígio das crianças desaparecidas em 4 de janeiro. Durante entrevista ao ‘Eita Bacabal’, ela revelou que Kauan, sobrinho e primo das vítimas, descreveu o encontro com um homem vestido de vaqueiro, que teria oferecido bombons aos menores momentos antes do desaparecimento. Diante dessa nova informação, a família exige que o inquérito não seja arquivado e que as autoridades ampliem as linhas de investigação.
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Até o momento, completam-se quatro meses desde o sumiço de Agatha e Allan em Bacabal, e as ações policiais não conseguiram localizar qualquer indício na mata ou regiões vizinhas. Clarice afirma que Kauan vem recuperando memórias dos instantes que antecederam o desaparecimento, mas que ela, por precaução, prefere não pressionar o garoto devido ao impacto emocional. Apesar disso, a mãe insiste na importância de transformar os relatos do sobrinho em provas oficiais, solicitando que seu depoimento seja oficialmente registrado para ajudar na elucidação do caso.
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A família critica ainda o fato de os investigadores não terem explorado cenários alternativos, restringindo a operação a um perímetro estreito de mata. Clarice sustenta que detalhes cruciais, como a descrição do suposto homem de roupa de vaqueiro, não receberam o devido peso nas diligências. Ela pede ao delegado responsável que reavalie a estratégia, amplie os pontos de busca, solicite perícias adicionais e colha depoimentos complementares de testemunhas que possam ter observado o suspeito em outras áreas da cidade ou em estradas próximas.

Segundo o relato do próprio Kauan, o indivíduo desconhecido se aproximou das crianças na mata oferecendo bombons, com o claro intuito de atraí-las para um local ainda não identificado. Clarice destaca a lucidez, a coragem e a memória preservada do sobrinho, mas frisa que não o obriga a reviver detalhes traumáticos. Ela reforça que, enquanto o depoimento de Kauan não for formalizado, as investigações permanecerão incompletas, já que essa pista representa uma das poucas linhas que ainda não foi explorada a fundo pela polícia.

Em tom emocionado, a mãe fez um apelo público direto às autoridades: que a busca não seja encerrada até que as crianças sejam encontradas e que não faltem empenho e recursos para investigar cada pista levantada pela família. Ela espera que o inquérito evolua com celeridade e que o depoimento de Kauan seja incluído na investigação, bem como a identificação e localização do homem relatado pelo sobrinho. A repercussão do caso em Bacabal mobiliza moradores, que também exigem respostas e justiça.