Brasileira detida nos EUA após vídeo polêmico com o filho no ‘Close Friends’

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Mãe brasileira é presa na Flórida após vazamento de vídeo íntimo (Foto: Instagram)

Uma mulher brasileira foi presa na Flórida após um vídeo restrito ao recurso “Close Friends” vazar e ser encaminhado às autoridades locais. A gravação mostrava uma suposta brincadeira entre a mãe e seu filho pequeno, mas acabou sendo interpretada como indício de abuso infantil pelas agências de proteção de menores. A divulgação do conteúdo disparou denúncias que resultaram na detenção da mulher em maio de 2026.

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O episódio teve início em novembro de 2025, quando Amanda Alves Santana, de 31 anos, compartilhou o vídeo em seu perfil privado do Instagram. Embora a publicação fosse destinada apenas a um círculo restrito de amigos, sistemas automatizados da plataforma teriam identificado as imagens e enviado alertas aos órgãos responsáveis pela segurança infantil nos Estados Unidos.

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De acordo com familiares de Amanda, o vídeo mostra um momento descontraído em que ela brinca ao lado do filho, usando um aspirador de pó como “brinquedo”. Segundo eles, não havia nenhuma intenção imprópria e tudo não passava de uma situação corriqueira entre mãe e filho. No entanto, as imagens foram consideradas suspeitas pelas autoridades americanas, que abriram investigação para apurar eventual crime de maus-tratos.

Durante as apurações, agentes federais examinaram o celular da brasileira e encontraram registros da criança em situações rotineiras, como banho e higiene pessoal. Pela legislação dos Estados Unidos, esse tipo de material pode ser enquadrado como pornografia infantil, o que agravou as acusações contra Amanda e elevou a gravidade do processo.

Os advogados de defesa de Amanda tentam negociar um acordo com a promotoria, mas as propostas por penas mais brandas foram rejeitadas. Segundo informações judiciais, os promotores pleiteiam uma condenação que pode chegar a quatro anos de prisão. A Justiça americana fixou uma fiança de 56 mil dólares para que a brasileira responda em liberdade enquanto o caso segue em tramitação.

O filho de nove anos tornou-se o principal foco de proteção no processo. Após a prisão, ele foi imediatamente removido do lar e encaminhado a um abrigo temporário, conforme protocolos de segurança infantil. Posteriormente, a guarda provisória foi concedida ao pai, e uma ordem judicial impede qualquer contato entre mãe e filho até a conclusão das investigações.