
Homem de 35 anos é morto a facadas dentro de carro em Taguatinga Sul (Foto: Instagram)
Um homem de 35 anos foi esfaqueado e morreu enquanto mantinha relação sexual com uma mulher dentro de um carro em Taguatinga Sul, no Distrito Federal, no último domingo (10). O crime repentino chocou moradores da região, que afirmam não ser comum ocorrências violentas naquele ponto. A Delegacia de Homicídios do DF passou a investigar imediatamente as circunstâncias do episódio, tentando esclarecer se houve tentativa de roubo ou motivação pessoal.
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O ataque ocorreu em uma área próxima a uma fábrica de refrigerantes, onde câmeras de segurança de estabelecimentos vizinhos registraram parte da cena. De acordo com testemunhas, o veículo permaneceu estacionado com apenas a luz interna ligada, o que facilitou a ação do autor do crime. As imagens, que chegam a mostrar o momento exato em que o suspeito se aproxima do carro, serão analisadas pericialmente para confirmar a dinâmica do ataque e o trajeto de fuga.
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As investigações identificaram a vítima como Johnes Madureira de Jesus. Segundo o delegado responsável, Johnes foi surpreendido pelas costas durante o encontro e recebeu diversas facadas. Após o ataque, ele foi encontrado caído embaixo de um caminhão estacionado nas proximidades, já sem sinais vitais. Equipes de resgate foram acionadas, mas constataram o óbito no local antes mesmo de qualquer tentativa de socorro.
Na madrugada de terça-feira (12), policiais militares do Distrito Federal localizaram dois suspeitos em Ceilândia. Um homem de 26 anos e uma mulher de 28 foram presos após análise de imagens e monitoramento do carro da vítima, flagrado circulando em ruas próximas a um posto de combustíveis. A dupla foi abordada sem reação e conduzida à delegacia para prestar esclarecimentos.
Os dois investigados foram encaminhados à 21ª Delegacia de Polícia, em Taguatinga Sul, onde devem responder por latrocínio, crime que combina roubo seguido de morte. Familiares e testemunhas têm sido ouvidos pelos agentes, que também realizaram perícia no automóvel da vítima na tentativa de encontrar vestígios de luta ou objetos subtraídos. A pena prevista para esse tipo de crime pode variar de 20 a 30 anos de reclusão.
Conforme relatos de colegas, Johnes trabalhava como vendedor em uma loja de colchões na cidade. A empresa emitiu nota de pesar, destacando sua simpatia e dedicação, e ofereceu apoio à família enlutada. Diante do impacto na comunidade, o conselho local promoveu uma reunião emergencial para discutir a segurança na região e evitar novos episódios de violência.







