Pesquisas conduzidas por universidades como Harvard e Princeton apontam que o estresse provocado pela escassez financeira pode afetar diretamente o funcionamento do cérebro, comprometendo sono, concentração, energia e até a capacidade de tomada de decisões.
Segundo os estudos, a pressão constante causada pelas dificuldades financeiras pode reduzir temporariamente o desempenho cognitivo em até 13 pontos de QI. Os pesquisadores relacionam esse efeito ao estado contínuo de alerta vivido por pessoas em situação de instabilidade econômica.
A análise apresentada pelas universidades indica que a falta de dinheiro não se resume apenas a um problema matemático ou financeiro, mas também produz impactos biológicos e psicológicos relevantes no organismo.
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Com o corpo submetido a níveis elevados de estresse, funções básicas passam a ser afetadas, incluindo o sono. Dados da Serasa apontam que 70% dos brasileiros em dificuldades financeiras enfrentam problemas relacionados ao descanso e à qualidade do sono.
O levantamento também mostra que o endividamento tem impacto emocional significativo na rotina da população. Segundo os dados divulgados, 84% das pessoas endividadas relatam desgaste psicológico associado às preocupações financeiras.















