A morte do rei do pop volta a chamar atenção na mídia internacional. De acordo com uma reportagem publicada pelo jornal The Sunday Guardian, o Estado de Israel supostamente foi o responsável por assassinar o cantor Michael Jackson.
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Segundo a publicação, a hipótese teria como base documentos associados aos chamados “Arquivos Epstein”, que, de acordo com o veículo, sugeririam uma suposta ordem envolvendo o Estado israelense para eliminar o artista com o objetivo de proteger uma rede de chantagem. O jornal afirma: “Os Arquivos Epstein alegam que Israel ordenou o assassinato de Michael Jackson para proteger sua rede de chantagem”.
A reportagem também menciona declarações atribuídas à filha do cantor, Paris Jackson, que, segundo o texto, já teria levantado em entrevistas a possibilidade de que a morte do pai não tenha sido acidental, mesmo sem ter provas sobre suas afirmações.
O material ainda cita conexões entre o empresário Jeffrey Epstein e o ex-primeiro-ministro israelense Ehud Barak, destacando supostos encontros e relações profissionais em diferentes contextos, incluindo negociações financeiras e visitas a um apartamento em Nova York associado a Epstein.
Em outro trecho reproduzido pelo jornal, a reportagem afirma: “Os relatórios alegam que a morte de Jackson não foi um incidente trágico, mas sim um assassinato meticulosamente planejado por Israel em 2009 para proteger uma suposta rede de chantagem ligada à elite”.
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Até o momento, não há confirmação independente das alegações apresentadas na reportagem, que se baseia em interpretações de documentos e teorias já difundidas em outros contextos. Ainda assim, o conteúdo ganhou repercussão nas redes sociais e reacendeu discussões em torno das circunstâncias da morte do cantor em 2009.

