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Funcionária doa rim para salvar chefe e acaba demitida em seguida

Conheça a história da mulher que doou um rim para a sua chefe e foi demitida (Foto: Reprodução)

Já imaginou perder seu emprego após doar um rim ao seu chefe? Bem, isso foi o que aconteceu com Debbie Stevens em 2011. A funcionária decidiu participar de um processo de doação de órgãos para tentar salvar a vida de sua gestora, Jacqueline Brucia.

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Como não havia compatibilidade direta entre as duas, Stevens entrou em uma doação em cadeia: ela doou seu rim a um desconhecido no estado do Missouri, o que permitiu que sua chefe avançasse na lista de espera e recebesse um órgão compatível vindo de San Francisco. O procedimento é uma forma de ampliar as chances de transplante entre pessoas que não têm doadores diretos compatíveis.

Quatro semanas após a cirurgia, Stevens retornou ao trabalho, ainda enfrentando dores e outros sintomas do procedimento. Segundo seu relato, foi nesse período que a relação profissional começou a se deteriorar. Ela afirma que passou a ser tratada de forma hostil, com episódios de gritos, além de restrições até para ir ao banheiro.

Pouco depois, foi transferida para uma unidade da empresa localizada a mais de 80 quilômetros de sua casa. Após reclamar da situação, Stevens foi demitida menos de uma semana depois. O caso chegou ao órgão de direitos humanos de Nova York, que identificou indícios de discriminação no ambiente de trabalho.

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Em 2014, o processo movido por Debbie foi encerrado por meio de um acordo confidencial, sem divulgação dos termos finais. Em depoimento, Stevens afirmou: “Parecia que ela me contratou só para pegar meu rim”, declarou ela.

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