A jornalista norte-americana Norah Vincent viveu durante 18 meses como homem para investigar diferenças sociais entre os gêneros nos Estados Unidos. A experiência foi relatada no livro Self-Made Man: One Woman’s Journey Into Manhood and Back Again, publicado no Brasil com o nome de “Feito Homem”.
Para realizar o experimento, Vincent criou a identidade “Ned” e passou a frequentar ambientes predominantemente masculinos, como grupos de convivência, locais de trabalho e espaços de lazer. Durante o período, ela utilizou mudanças na aparência, na voz e no comportamento para ser percebida como homem.
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Ao longo da experiência, a jornalista relatou ter enfrentado dificuldades relacionadas à adaptação e à manutenção da identidade criada. Em seus registros, ela destacou impactos emocionais e psicológicos associados ao período. “Achei que ser homem me daria poder, em vez disso, me tornei invisível”, declarou Norah. Segundo o portal Brasil Paralelo, o experimento foi tão intenso que ao fim, ela precisou se internar em um hospital psiquiátrico para tratar as sequelas.
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Segundo o relato, a vivência levou a uma mudança de percepção sobre as dinâmicas sociais e os comportamentos observados nos ambientes frequentados durante o experimento.
Após a publicação do livro, a experiência passou a ser discutida em debates sobre identidade de gênero, comportamento social e papéis atribuídos a homens e mulheres na sociedade.















