Em dezembro de 2021, a jovem norte-americana Jacqueline Durand, então com 22 anos, chegou a uma residência em Coppell, no Texas, para realizar um trabalho de rotina como cuidadora de cães. Segundo registros e relatos da época, ela já conhecia os animais e não havia sinais de risco antes da visita. No entanto, ao entrar na casa, foi surpreendida por um ataque violento.
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De acordo com documentos judiciais e reportagens da imprensa local, dois cães que deveriam estar contidos avançaram contra ela imediatamente. Jacqueline caiu no chão, perdeu o telefone e ficou presa dentro do imóvel durante o ataque. Autoridades descreveram a cena como extremamente grave, com ferimentos extensos provocados por múltiplas mordidas.
Ela foi socorrida e levada a um centro de trauma nível 1, onde recebeu atendimento de emergência. As lesões no rosto e no corpo foram classificadas como bem sérias. Foi necessário realizar inúmeras cirurgias de reconstrução ao longo dos anos.
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Apesar da gravidade do caso, Jacqueline optou por tornar pública sua experiência, relatando sua trajetória de sobrevivência e reabilitação. Sua história passou a ser citada em debates sobre segurança na guarda de animais e responsabilidade dos tutores.

