No ano de 1999, a paraquedista Joan Murray viveu um dos casos mais impressionantes já registrados em acidentes de queda livre. Durante um salto a mais de 4.400 metros de altitude, os dois sistemas de paraquedas falharam, fazendo com que ela despencasse sem controle em direção ao solo.
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A queda terminou a cerca de 130 km/h, quando Joan atingiu o chão em um impacto extremamente violento. Ela sofreu ferimentos críticos e múltiplas fraturas pelo corpo, em uma situação que, inicialmente, parecia não deixar chances de sobrevivência.
No entanto, um fator inesperado acabou sendo decisivo. Ela caiu sobre um ninho de formigas-de-fogo e recebeu mais de 200 picadas venenosas. Em vez de representar apenas mais um agravante, as picadas desencadearam uma forte liberação de adrenalina no organismo, o que ajudou a manter seu coração funcionando após o impacto.
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Esse estímulo biológico contínuo teria sido fundamental para evitar a falência dos órgãos até a chegada do resgate. O caso de Joan Murray passou a ser citado como um dos episódios mais surpreendentes da medicina.

