A história de Gabrielly, uma menina de apenas 10 anos, marcou profundamente a sociedade brasileira pela gravidade do seu assassinato. Após sofrer abusos por parte do padrasto, a garota procurou ajuda na pessoa que deveria ser seu principal amparo: sua mãe, Emileide Magalhães. Em vez de proteção, ela foi morta pela sua própria genitora.
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Em março de 2020, na cidade de Brasilândia (MS), a mãe levou a filha até uma área isolada e tirou sua vida. Investigações posteriores revelaram circunstâncias ainda mais perturbadoras, apontadas por laudos periciais, onde indicava que Gabrielly teria sido enterrada com vida.
Após o ocorrido, a mãe tentou simular o desaparecimento da criança, registrando um boletim de ocorrência, mas a versão não se sustentou por muito tempo. No dia seguinte, ela confessou o crime e indicou o local onde o corpo havia sido deixado.
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O caso teve desdobramentos legais importantes, a mãe foi condenada a uma pena próxima de 40 anos de prisão, o padrasto também foi responsabilizado criminalmente pelos abusos cometidos, e o irmão da vítima, ainda adolescente, foi apreendido por participação na ocultação do corpo, sob influência da mãe.















