Ex-modelo brasileira que era esposa de amigo de Trump ameaça expor presidente americano

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A ex-modelo Amanda Ungaro publicou uma série de mensagens nas redes sociais com acusações contra Donald Trump e Melania Trump. As postagens foram feitas na última quinta-feira (9), em resposta a um vídeo em que a esposa do presidente dos EUA negava relação com Jeffrey Epstein.

Nas mensagens, Amanda afirmou ter convivido com o casal por cerca de 20 anos e disse que pretende tomar medidas legais: “Eu te conheço há 20 anos. Você sabia que eu estava detida no ICE. Você esteve presente na minha vida — todos os anos no aniversário do meu filho, inclusive enviando o Serviço Secreto e sendo a primeira a parabenizá-lo, lá em 2016. Algo claramente estava errado, mas eu não faço parte de nenhuma missão maligna envolvendo crianças. Então o que você fez, Melania? Você tentou me envolver, mas falhou — porque eu tenho caráter”.

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Em outra publicação, a ex-modelo afirmou que pretende revelar informações sobre o casal: “Eu vou derrubar o seu sistema corrupto, mesmo que seja a última coisa que eu faça na minha vida. Eu vou até o fim — não tenho medo. Talvez você devesse ter medo do que eu sei… de quem você é e de quem é o seu marido (…) Eu não tenho mais nada a perder na minha vida. Eu vou derrubar todo o sistema — tome cuidado comigo, sua idiota”.

Após a repercussão, a conta de Melania foi arquivada e as publicações de Amanda foram apagadas.

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Ao jornal O Globo, Amanda relatou episódios do passado envolvendo Ghislaine Maxwell e afirmou que, aos 17 anos, esteve em um avião de Epstein: “Tinha mais ou menos umas 30 meninas no avião. Achei aquilo muito estranho. Elas eram mais parecidas com estudantes do que com modelos. Bonitas e bem novinhas, mas não tinham perfil de modelo”.

A ex-modelo também acusou o ex-marido, Paolo Zampolli, de abuso e violência doméstica. Segundo ela, o episódio teria ocorrido na residência do casal em Nova York. “Eu falei: Isso se chama estupro. Eu fui abusada”, declarou.

Amanda afirmou ainda que foi detida por agentes de imigração dos Estados Unidos em meio a uma disputa judicial pela guarda do filho e descreveu a abordagem. “Policiais entraram na nossa casa às seis da manhã, me jogaram de pijama no corredor, com o rosto voltado para a parede, e pegaram nossos passaportes. Algemaram a mim e ao meu atual marido na frente do Giovanni (seu filho), que também foi levado à delegacia porque é menor e eu não tinha com quem deixá-lo”, disse.