
Cápsula Orion em órbita lunar durante a missão Artemis II, registrada pela câmera da nave. (Foto: Instagram)
Mais de meio século após a última expedição tripulada que chegou próximo à Lua, a missão Artemis II chegou ao fim nesta sexta-feira, 10 de abril de 2026, com o pouso da cápsula Orion no Oceano Pacífico. A operação encerrou uma viagem de 10 dias que envolveu manobras de reentrada e um registro de alto interesse para cientistas e entusiastas do espaço. A Nasa divulgou imagens ao vivo que capturaram o momento exato do toque da cápsula na água, marcando o desfecho de uma etapa histórica no programa Artemis.
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O splashdown ocorreu a aproximadamente 560 quilômetros ao sul de San Diego, nos Estados Unidos. Às 21h07 (horário de Brasília), a Orion atingiu a superfície do Pacífico após reentrar na atmosfera terrestre a altíssima velocidade. No processo, o escudo térmico suportou temperaturas extremas até que os paraquedas fossem acionados, reduzindo o ritmo da cápsula até o suave contato com o mar.
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A Nasa acompanhou toda a operação em tempo real, transmitindo pelas plataformas oficiais. “Que jornada incrível! Estamos bem, com quatro tripulantes saudáveis”, declarou Reid Wiseman, comandante da missão. Além de garantir o retorno seguro da equipe, Artemis II consolida avanços no projeto que tem como meta levar novos astronautas à superfície lunar e estabelecer uma presença sustentável a partir de 2028.
Logo após o splashdown, embarcações e helicópteros de resgate da Marinha dos Estados Unidos se posicionaram ao redor da cápsula para dar início ao protocolo de retirada da tripulação. Segundo as diretrizes da Nasa, os astronautas devem ser desembarcados em até duas horas após o contato com a água, passando por exames médicos iniciais ainda a bordo das lanchas de apoio.
Concluída a etapa de primeiros socorros e avaliações de saúde, o grupo foi transportado de helicóptero para um navio militar antes de seguir para o Centro Espacial Johnson, em Houston, Texas. Lá, eles permanecem sob observação e participam de sessões de monitoramento fisiológico e psicológico, fundamentais para avaliar os efeitos de missões espaciais prolongadas no corpo humano.







