
Membro do Esquadrão Antibombas inspeciona os danos na agência do Banco do Brasil em Guidoval após explosão. (Foto: Instagram)
Um grupo de cerca de dez criminosos realizou um ataque a uma agência do Banco do Brasil na madrugada desta sexta-feira (10), na região central de Guidoval, Zona da Mata de Minas Gerais. Os homens, fortemente armados e usando capuzes, invadiram o local e detonaram um dos caixas eletrônicos com explosivos, causando um estrondo que mobilizou equipes de segurança. Até o momento, não há confirmação sobre o montante levado ou se outras áreas do banco foram violadas.
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Em apoio aos policiais militares de Guidoval, o Esquadrão Antibombas do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) de Belo Horizonte foi acionado poucas horas após a explosão. Os especialistas inspecionaram toda a estrutura interna e externa da agência, concluindo a varredura ainda pela manhã e atestando a inexistência de artefatos remanescentes que pudessem representar risco adicional à população.
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O impacto da explosão provocou danos consideráveis na edificação, com partes do teto e da fachada danificadas. As calçadas e o pavimento ao redor da agência ficaram interditados enquanto peritos da Polícia Civil realizavam a perícia técnica. Por medida de precaução, moradores da rua onde ocorreu o ataque foram orientados a permanecer em suas residências até o fim dos trabalhos oficiais.
Vídeos amadores que circulam em grupos de mensagens mostram os suspeitos posicionando cilindros de explosivos na entrada central da agência momentos antes do estouro. Segundo a Polícia Militar, enquanto alguns integrantes do bando efetivavam a detonação, outros permaneceram no perímetro externo oferecendo cobertura, com fuzis apontados para a via pública.
Na fuga do local, os criminosos incendiaram ao menos dois veículos e espalharam pneus pelas ruas vizinhas, montando barricadas que atrasaram a chegada de reforços policiais. As chamas e a fumaça geradas pelo fogo chamaram atenção de vizinhos, que acionaram o Corpo de Bombeiros para conter as chamas.
Até a última atualização, três suspeitos já haviam sido capturados em operações simultâneas nas proximidades de Guidoval. As autoridades não divulgaram nomes ou idades dos detidos, mantendo sigilo para não comprometer as investigações em andamento.
O caso ficará sob responsabilidade da Delegacia de Polícia Civil de Ubá, que já abriu inquérito para apurar detalhes da ação, identificar demais participantes e quantificar prejuízos. Em nota oficial, o Banco do Brasil declarou estar colaborando com as autoridades e informou que a agência permanecerá fechada até a conclusão de todos os procedimentos periciais.







